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Campo Grande, Terça-feira, 21 de Fevereiro de 2017

26/07/2015 09:00

A crise como oportunidade para empresas de tecnologia

Por Jhonata Emerick (*)

É certo que uma pergunta que sempre há de surgir em discussões sobre a atual situação econômica brasileira refere-se ao desafio de se empreender em um momento aparentemente desfavorável. Com certeza você já ouviu a frase “a crise também gera oportunidades”. De fato! É justamente nesse momento, quando a sobrevivência está em risco, que a criatividade fica mais aguçada e, assim, surgem caminhos alternativos para os empreendedores, em especial para os de tecnologia.

É difícil prever as crises, porém o movimento de expansão e retração econômica é cíclico. Uma crise afeta setores e empresas de maneiras diferentes e um empreendedor que busca nela oportunidades precisa entender a dinâmica de suas áreas de interesse, inclusive seus possíveis movimentos, para conseguir se posicionar de forma diferenciada e atrativa.

Normalmente os primeiros passos para conter a crise incluem rever investimentos e reduzir gastos. Então, começam as negociações para baixar custo, espremendo fornecedores, o que, consequentemente, agrava-se com a queda da qualidade do serviço prestado. É nessa lacuna de redução de custos que se encaixam perfeitamente as empresas de tecnologia.

Empresas que tenham no seu DNA a tecnologia disruptiva aliada à otimização de recursos conseguem, de forma inovadora, oferecer a possibilidade de reduzir custos e ainda melhorar a qualidade dos serviços prestados, apresentando soluções criativas e eficientes.

De maneira mais prática, custos que envolvam logística são sempre alvos desses cortes. Normalmente, com decisões já tomadas e, ainda assim, a tentativa de se manter qualidade, as empresas ficam dispostas e menos desconfiadas com novas tecnologias, muitas vezes até adaptando seus processos para isso. Uma alternativa pode ser, por exemplo, adotar o serviço de moto courier. Ele gera uma redução de até 30% no custo de entregas rápidas, o que nos permite concluir que a tecnologia e a inovação estão a serviço da praticidade e, sobretudo, da economia.

O Brasil não é para amadores, no entanto essa é a melhor hora para as startups e seus empreendedores mostrarem que suas soluções são viáveis e, além de reduzir custos, melhoram processos. Vejo um cenário duplamente vantajoso para o empreendedor: a possibilidade de conquistar novos clientes e aproveitar o momento de crise como uma oportunidade para um crescimento acelerado, tomando por base dois ingredientes básicos: o pensar fora da caixa e a viabilidade de reduzir custos, seja qual for sua área de atuação, para seu cliente final.

(*) Jhonata Emerick é CEO e fundador da 99Motos, empresa que oferece serviço on-line de contratração de motoboys para entrega expressa.

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