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Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

12/05/2015 13:24

Como acreditar

Por Heitor Freire (*)

Quando cada um começa a despertar para a busca de algo transcendente, para algo que explique de forma entendível o que seja a vida com toda a sua complexidade, se depara de imediato com uma grande indagação: Será que isso que estou imaginando (pensando) é verdadeiro ou estou viajando na maionese?

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Fazendo uma pesquisa no Google, deparei-me com um texto de Robert Gilbert que ajuda a explicar essa situação e sugere como superá-la. Eu tenho uma tese própria, que exponho ao final:

“Qualquer um que tenha tido experiências meditativas, fica com a sensação de ter tido uma experiência maravilhosa, mas mal começa a tomar consciência da realidade, começa a duvidar da validade da experiência que acabou de ter e começa a ter uma conversa do tipo: “Nada disso! É tudo imaginação minha isto não pode ser verdade, devo ter inventado estas coisas…”

“O que acontece, é que essas experiências se manifestam no hemisfério cerebral do lado direito. O hemisfério cerebral do lado esquerdo, não foi envolvido na experiência, ou seja, o lado esquerdo, o lado lógico, não teve qualquer envolvimento com o lado direito, com o lado intuitivo, e por isso não sabe o que fazer com estas experiências.”

“Então, o cérebro desata a fazer o que os pensadores, aqueles que têm a mente muito ativa, geralmente fazem: Começa a rejeitar as experiências intuitivas utilizando questões puramente lógicase racionais. E como a experiência foi puramente sentimental e (abstrata) intuitiva, não tem por isso uma base lógica, racional de sustentação. E é assim que começamos a diminuir as experiências internas que temos, com tanta facilidade.”

“Este é só um dos exemplos do que acontece quando os dois hemisférios cerebrais não estão a trabalhar em conjunto tal como deveriam. O lado lógico mantém-se cético e por vezes até cínico, acerca do valor das experiências que acontecem no lado direito ou intuitivo.”

“Significa que existe aqui um desafio a ser superado! Ou seja, temos estas experiências maravilhosas, estes ‘insights’ e visões fantásticas que são potencial e extremamente úteis ao nosso progresso e desenvolvimento, mas assim que saímos daquele estado meditativo e começamos a utilizar o lado lógico/esquerdo do cérebro surgem a dúvida e os questionamentos. E como é que resolver esse impasse? Como conseguir ter os dois lados do cérebro funcionando em conjunto e em harmonia?”

Aqui, mais uma vez, se justifica o ensinamento milenar: “Conhece-te a ti mesmo”.Como se pode saber o caminho sem o caminhar? Se o caminho se faz em cada passo que damos? Por isso digo, deixemos fluir a vida, sem pará-la em processos egóticos (puramente mental inferior), porque não saberemos o que temos pela frente se não o vivenciarmos.

Ou seja, só atingiremos a verdade por intermédio da prática. O que é a verdade? É tudo o que é confirmado. E iremos confirmar tudo pela fé. Fé não é crença. Fé é comportamento. Quando me deparei com a simplicidade do Ho’oponopono passei pela mesma situação de dúvida. Pesquisando, encontrei a origem dessa prática, a religião Huna, oriunda da antiga Civilização Mu, da qual o Havaí é um dos remanescentes, juntamente com a Ilha da Páscoa, o Taiti e Samoa, no Oceano Pacífico. A Civilização Um é o lar de uma cultura avançada, talvez a raça-mãe de toda a Humanidade.

Joe Vitale, escritor norte-americano, interessou-se pelo assunto e escreveu dois livros: Limite Zero e Marco Zero, publicadas no Brasil pela editora Rocco. Neste último está a Prece da Purificação, ensinada pela Mestra Morrnah Simeona:

“Espírito Superconsciente, eu vos peço por favor, localizai a origem dos meus sentimentos e pensamentos de (preencha com sua crença, pensamentos e sentimentos).

Levai cada um dos níveis, camadas, áreas e aspectos do meu ser até essa origem.Analisai-a e resolvei-a de forma perfeita com a verdade de Deus.Atravessai todas as encarnações e gerações de tempo e eternidade, curando cada incidente e seus agregados com base na origem.

Por favor, fazei isso segundo a vontade de Deus, até que eu esteja no presente, preenchido de luz e de verdade, com a paz e o amor de Deus, e o perdão de mim mesmo, por minhas percepções incorretas.

Com o perdão de cada pessoa, lugar, circunstâncias, acontecimentos que contribuíram para isso, esses sentimentos e pensamentos. Está feito”.

A recomendação é que a oração seja proferida quatro vezes.

A conclusão a que cheguei para unir os hemisférios cerebrais no córtex central édesenvolver uma ação unificada pela fé e pela prática continuada.

(*) Heitor Freire, corretor de imóveis e advogado.

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