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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

04/08/2016 15:00

Como aproveitar o Dia dos Pais para vender mais

Por Mário Rodrigues (*)

Uma das datas mais importantes para o comércio brasileiro, o Dia dos Pais deste ano deve movimentar R$ 5,6 bilhões na economia do país, de acordo com pesquisa realizada em parceria pela Federação do Comércio, Bens, Serviços e Turismo do Rio de Janeiro (Fecomercio RJ) e a Ipsos.

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Outro dado apresentado pelas instituições é o aumento de quatro pontos percentuais na intenção de compras do brasileiro para a data, na comparação com o ano passado: passou de 32% para 36%. Entre os entrevistados que pretendem presentear seus pais, 47% devem comprar roupas, 12% têm a intenção de comprar perfumes e cosméticos e outros 12% desejam dar calçados e acessórios.

Por conta do cenário de crise, de queda de consumo e a consequente redução dos gastos com presentes, podemos constatar que este será o ano das lembrancinhas. Mas será que isso é um problema para os vendedores? A resposta é não!

O vendedor não pode ficar desmotivado e precisa apostar em um atendimento assertivo, capaz de entender a real necessidade do cliente e de fazer surgir essa necessidade. É importante lembrar que o Dia dos Pais é uma data comemorativa e se preparar para a festa. Se o vendedor estiver “vestido para ir ao velório”, os clientes, naturalmente, vão se afastar.

É fundamental que os profissionais entendam que as pessoas compram a satisfação de suas necessidades, não somente o produto em si. Nos dias de hoje, é caro trazer o cliente para a loja, portanto, é preciso aproveitar quando ele entra. Enquanto ele está dentro, procure oferecer uma boa experiência, atenda com bom humor e o ajude a encontrar o melhor presente para o Dia dos Pais. Dependendo de como for a interação, as chances de conseguir vender um produto mais caro são grandes e, além disso, aumentam as possibilidades de o cliente voltar em outras oportunidades.

Outra dica interessante é estar atento aos reflexos do pós-data, quando muitos pais vão trocar os seus presentes e deixam alguns vendedores bravos e impacientes. Esse comportamento é totalmente errado, afinal, a troca pode representar até a venda de um produto de maior valor ou, até mesmo, de outros itens. Mas, claro, isso depende diretamente do profissional de vendas, que tem a missão de transmitir boas experiências e cativar antigos e novos clientes.

(*) Mário Rodrigues é diretor do Instituto Brasileiro de Vendas (IBVendas)

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