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31/03/2014 17:29

Da ilusão

Por Heitor Freire (*)

Um homem que busca além das aparências é um homem que busca a verdade.

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O que é que causa no ser humano a discórdia, o conflito, a guerra, a disputa, a briga, o querer ser mais, ou melhor, do que o outro? É o desconhecimento da realidade verdadeira de cada um. É a ilusão.

Por que razão os seres humanos fazem guerra e por que não conseguem se entender, por mais que apregoem estar buscando a paz e o entendimento, por mais que apregoem o amor e por mais que afirmem abominar o ódio? Essa é uma pergunta muito séria.

Gerações e gerações a têm feito e não conseguiram uma resposta satisfatória, por não se darem conta de que tudo é uma questão de nível evolutivo. Para se ensinar alguma coisa para alguém é preciso que tenhamos aprendido aquilo que vamos ensinar.

A Humanidade ainda é uma criança, mal acabou de nascer, mal acabou de aprender que pode caminhar por conta própria, sem engatinhar, sem precisar usar “muletas”. O grande erro é que nós queremos fazer tudo às pressas e medir tudo pela duração de nossas vidas individuais. O importante é que compreendamos que o tempo deve ser contado em termos cósmicos, universais.

Se assim o fizermos, começaremos, então, a entender que o universo é um organismo imenso, ainda relativamente novo e que também está fazendo seu aprendizado por intermédio de nós – seres vivos conscientes e inteligentes que habitamos planetas disseminados por todo o espaço cósmico.

Nossa vida individual só terá importância mesmo, se conseguirmos entender e vivenciar, este conhecimento, esta grande verdade: Somos todos uma imensa equipe energética atuando nos mais diversos níveis daquilo que é conhecido como vida e universo, que, no final das contas, é tudo a mesma coisa.

Mas sendo assim, para eu aprender tudo de que necessito para poder ensinar aos meus irmãos, precisarei de muito mais que uma vida. Ser-me-ão concedidas mais outras vidas, além desta que agora estou vivendo? É a pergunta que nós nos fazemos.

E isso porque ainda não conseguimos vislumbrar que só existe uma única vida e que já a estamos vivendo há milhões e milhões de anos e ainda a viveremos por mais outros tantos milhões, nos mais diversos níveis e nos mais diferentes corpos e situações.

Nós já fomos energia pura, átomo, molécula, vírus, bactéria, enfim, todos os seres que já apareceram na escala biológica. E ainda somos tudo isso. Compreendamos que, nada se cria, nada se perde, tudo se transforma, como nos ensinou Lavoisier.

E o amor é a energia mais poderosa e sublime do universo. Se nós aprendermos a lição do amor, logo poderemos ensiná-lo para todas as outras células da humanidade e, assim com a mais concreta certeza de que, em muito pouco tempo, toda a humanidade será um imenso organismo harmonioso que distribuirá amor por todo o planeta e daí, por extensão, emitirá boas vibrações para todo o universo.

A Regra de Ouro nos foi ensinada por Jesus: “Amar a todos como amo a mim mesmo”. No instante em que compreendermos isso, passaremos a amar a nós mesmos e a todos os demais seres humanos da mesma maneira e teremos aprendido que tudo é amor! A vida é amor!

Todos nós somos considerados igualmente pelo nosso Pai Altíssimo. Para ele não há diferenças entre nós. Assim, tudo o que nos separa é fruto da ilusão que deve, necessariamente, ser eliminada das nossas vidas para que possamos realmente trabalhar no que realmente importa: o amor.

Os ensinamentos em que me baseei para este artigo estão registrados nos Sete Níveis do Ser Humano da Consciência Cósmica, sem autoria definida, que se encontram no meu site (www.heitorfreire.com.br), para quem queira conhecer com mais detalhes.

Oremos então e vigiemos.

(*) Heitor Freire é corretor de imóveis e advogado.

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