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Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

18/10/2013 14:22

Médicos cubanos... o fundo do problema!

Por Gregorio Vivanco Lopes (*)

O PT e a equipe governamental defendem o programa “Mais Médicos” com unhas e dentes, entre outras razões porque o êxito do mesmo seria um importante trunfo para a anunciada candidatura a governador de São Paulo do atual Ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Como também para a pretendida reeleição da presidente Dilma Rousseff.

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Mas há motivos inconfessados nesse imbróglio. Como é sabido, Cuba funciona como uma espécie de último bastião declaradamente comunista na América Latina. E as esquerdas em geral, em particular a petista, têm a peito manter o comunismo em Cuba custe o que custar, mesmo a preço de tiranizar a infeliz população local.

“O contrato para envio de médicos cubanos ao Brasil é conquista estratégica — diplomática e econômica — para o governo de Cuba. A chancela da maior economia da América Latina ao programa médico cubano alarga o prestígio conseguido pelas chamadas ‘missões médicas’, iniciadas nos anos 1960 por ideia de Fidel Castro. A atuação dos médicos, formados no sistema cubano funciona como propaganda automática do regime” (Folha de S. Paulo, 3-9-13).

Ademais, como o pagamento aos médicos não é feito diretamente a eles, mas sim ao governo cubano, que lhes repassa uma pequena porcentagem, o contrato redunda num considerável aumento de divisas para o governo de um país que o comunismo reduziu à miséria.

“O agenciamento internacional de profissionais de saúde tomou-se tão rentável que o regime cubano passou a formar médicos em série. A exportação de médicos rende quatro vezes mais que os ingressos obtidos com o turismo” (Veja, 28-8-13).

O fato de os médicos não receberem o salário que lhes é destinado tem sido verberado como trabalho escravo.
Quando os primeiros cubanos chegaram a Fortaleza tiveram uma recepção significativa da esquerda brasileira. Os slogans que gritavam em coro, de modo bem treinado, falam por si: “Brasil, Cuba, América Central, a luta socialista é internacional”; “Segura o imperialista, a América Latina vai ser toda socialista”; “Viva Fidel e a Revolução”.
De modo geral os médicos cubanos são mais vítimas do governo dos irmãos Castro do que culpados.

O Dr. Gilberto Velazco Serrano, médico que conseguiu fugir da missão cubana na Bolívia e atualmente em Miami, afirmou: “O grupo de 140 pessoas não era formado apenas por médicos — havia pelo menos 10 paramilitares para impedir que a gente fugisse. Não me esqueço do que disse a chefe da brigada: ‘Vocês são guerrilheiros, não médicos. Não viemos à Bolívia tratar de doenças parasitárias, vocês são guerrilheiros que vieram ganhar a luta que Che Guevara não pôde terminar’” (“Veja”, SP, 31-8-13).

Mais médicos ou mais comunismo?

(*) Gregório Vivanco Lopes é advogado e colaborador da ABIM

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A exemplo de Cuba, os Médicos formados no sistema público de ensino deveriam ter retidos aos menos 50 % de sua remuneração como forma de reembolso do investimento realizado.
 
Carlos Magno em 21/10/2013 16:54:35
Existe muito cooperativismo na medicina, tudo para manter altos salários e baixa concorrência, o Governo investe altíssimo nos filhos da classe burguesa através de Universidades Públicas para não ter um retorno digno através do serviço público obrigatório, devido à desigualdade na formação educacional, onde o pobre acaba excluído em concorrência desleal. Isso tem que acabar! Médicos Estrangeiros já ou revalida para todos os médicos, inclusive os mais antigos que não se reciclaram.
 
Carlos Magno em 21/10/2013 16:51:47
O que mais me entristece (pois já não me surpreende mais) é constatar que pessoas dotadas de inteligência, o que faria pressupor que tivessem senso crítico, se dispõem a tirar pedras e lama para manchar o "branco" de uma profissão tão antiga quanto a humanidade. Engolem a falácia governamental, assumem mentiras como verdades e achincalham a dignidade de muitos profissionais de valor quando generalizam fatos isolados. Há médicos que não cumprem sua carga de trabalho? Sim, há. E, uma vez mais, repito: já há mecanismos para puní-los. Basta aplicá-los. O que é inaceitável é o tratamento persecutório que está sendo dado à categoria, muito bem orquestrado por sinal. Quem conhece a vida e o trabalho de um médico sabe onde está a verdade. Não somos bandidos, nem sacerdotes. Somos trabalhadores.
 
Douglas Britez Godoy em 21/10/2013 12:56:08
Parabéns Dr. Gregorio. No meu entendimento, o Mais Médico é uma medida populista e ditatorial. Com relação aos comentários, principalmente do Sr. Diogo Banzer, não existe uma "máfia de branco". Acreditar nisso é a mesma coisa de acreditar que "a culpa é da elite". Pensamento raso e linear. O que a "Presidenta" fez foi incentivar a população a ficar contra os médicos brasileiros, jogou a culpa toda da ineficiência estatal nas costas de uma categoria que está trabalhando no 'front' e merece toda a nossa consideração e respeito. Gostaria de lembrar que o médico não é obrigado a trabalhar no caótico setor público. Os grandes hospitais públicos estão no limite, o médico cubano não vai ter para onde encaminhar os pacientes. Mas no Brasil o que importa é a eleição. Enfeita-se o problema.
 
Marcus Vinicius Souza em 18/10/2013 18:46:25
Que discursinho raso este seu. Vivemos em um país onde existe 2 médico para cada mil habitantes, a máfia de branco sempre soube dificultar o ingresso de novos profissionais no mercado, seja pela burocrácia na abertura de novos cursos ou estrito controle de profissionais no mercado, através vestibulares extrememente concorridos onde ingressam aqueles que podem arcar financeiramente com a preparação em cursinhos caros. Criou-se verdadeiros cartéis (anestesistas em CG). E você escreve como se os caras fossem obrigados a virem trabalhar aqui, fala em trabalho escravo? Vai se informar! Eles vieram buscando melhores oportunidades de trabalho, e se eles não conseguem isso em Cuba e concordam com o valor repassado a eles, qual problema? Vc pelo menos sabe quanto é este valor? Saúde em 1º lugar!
 
Diogo banzer em 18/10/2013 16:47:13
A ideologia guerrilheira unida à concessão de Bolsas-tudo cabresteando o voto da população.
 
Mônica Corrêa em 18/10/2013 15:11:39
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