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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

06/05/2011 06:02

Novos (antigos) rumos, por Heitor Freire

Por Heitor Freire (*)

Desde que o mundo existe tudo que existe já foi criado. Já é.

O que acontece é que o conhecimento de tudo o que existe foi sendo paulatinamente apreendido pelo ser humano. O ser humano é um ser em construção.

Gregg Braden, geólogo da Phillips Petrolium, durante a crise energética dos anos 70, foi também criador dos sistemas informáticos da Martin Marietta Aerospace, durante os últimos anos da Guerra Fria. Em 1991 tornou-se o primeiro diretor técnico da Cisco Systems.

É atualmente considerado um pioneiro na fusão entre os mundos da ciência e da espiritualidade.

Recebi uma entrevista que Gregg concedeu recentemente a John David Mann, traduzida por Luís Filipe Oliveira, publicada no site Anjo de Luz, enviada para mim por Sandra Maria Chacha Poyer.

Nessa entrevista, Gregg mostra por a mais b, que “os sentimentos são a força mais poderosa do universo. Somos uma só família e precisamos uns dos outros.

Quando ajudamos os outros, também ajudamos a nós próprios. Os mesmos princípios podem ser aplicados aos negócios: quanto mais pudermos cooperar, mais benefícios retiraremos. É disso que trata o marketing de rede”.

Ou seja, em outras palavras, o coração (sentimento) é muito mais forte que o pensamento. E na medida em que aprendermos a usar a energia do coração, poderemos conquistar tudo o que quisermos.

Durante muito tempo houve a prevalência do pensamento sobre o sentimento, ou da razão sobre a emoção. Gregg diz: “Toda a gente sente que algo está a acontecer, mas ainda não perceberam bem o que é. Há uma tensão subjacente que transcende fronteiras e países; em todas as partes as pessoas sentem que algo está a mudar”.

O impacto desta questão é tão profunda que a revista Scientific American dedicou o seu número de setembro de 2005 aos assuntos tratados na conferência “Crossroads for Planet Earth” (Encruzilhadas do planeta Terra) que juntou cientistas, engenheiros, filósofos, líderes espirituais e religiosos do mundo todo para debaterem a questão, “O que é que se passa? Estaremos perante uma paranóia de início do século XXI, ou estará realmente algo de invulgar a acontecer?”

Chegou-se à conclusão de que, se queremos sobreviver a este período, temos de descobrir como, nos próximos oito a quinze anos. E a única forma de conseguir isso é pensarmos em nós mesmos e na nossa relação com o mundo de forma completamente diferente daquela que temos feito até agora.

A chave é experimentar os sentimentos de uma forma mais intensa, como se o resultado do desejo dos nossos corações já tivesse acontecido. Isso coloca em ação uma resposta no interior dos nossos corpos em que a química corresponde ao sentimento. Não é uma ação do pensamento, mas sim do sentimento.

A conclusão a que chegou Gregg Braden é a seguinte: “O nosso mundo é feito de campos eletromagnéticos de informação. Se queremos mudar alguma coisa neste mundo, temos de comunicar ao interior desse campo eletromagnético.

O coração é o principal gerador de campos elétricos e magnéticos do corpo humano: é cerca de cinco mil vezes mais poderoso do que o cérebro, ou seja, os sentimentos são a força mais poderosa do universo”.

Ele inclusive esteve nos mosteiros do Tibete, onde em contato com os monges estes confirmaram essa prática, que é uma confirmação que desenvolvem há milênios.

Assim chegamos à conclusão de que o sentimento é mais forte e importante do que o pensamento.

Mas para mim, algo estava faltando nessa equação: não podiam ser só dois fatores, o pensamento e o sentimento. Como tudo é trino, faltava algo para criar o triângulo, formar o terceiro elemento.

Lendo a coluna “A Voz do Silêncio”, que Walter Barbosa escreve aos domingos no Correio do Estado, na edição de 10 de abril achei o terceiro elemento: a Vontade.

Assim fica fechada a equação, pois a Vontade como elemento de ação funciona como um gatilho, dá o start, dá a partida para que o sentimento e o pensamento atuem de forma sistemática e contínua.

O que está acontecendo neste momento é que o ser humano começa a despertar e a se conhecer, aprendendo a utilizar todos os mecanismos que o Pai Altíssimo colocou ao seu dispor desde o princípio.

(*) Heitor Freire é corretor de imóveis e advogado.

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Concordo plenamente, em número, gênero e grau. Mas a grande questão na minha opinião; É o despertar, muitos passam por esta vida sem prestar a atenção necessária no auto conhecimento, nos valores reais, oque realmente importa na vida dos homens? Quando conseguem desvendar o verdadeiro valor da vida, a existência fica clara! Mas nem sempre acontece. Parabéns pelo artigo, você sempre foi um grande homem, uma pessoa sensivel, se eu tivesse ouvido um conselho que me deu há muitos anos atrás, acho que teria poupado um monte de acontecimentos desnecessários. Abraços...
 
Diogo Rodrigues em 06/05/2011 07:49:37
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