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Campo Grande, Terça-feira, 17 de Janeiro de 2017

04/01/2011 09:00

O que esperar do novo Governo

Por Gil Cordeiro Dias Ferreira (*)

Penso termos, os brasileiros, atingido um amadurecimento sócio-político que nos permite parodiar John Kennedy, substituindo de vez essa postura passiva de "esperar pelo que o novo Governo nos trará" pela ação afirmativa de "mostrar ao novo Governo o que ele deve esperar de nós, como sociedade organizada".

Com efeito, vimos, na posse de Dilma, a perpetuação no poder de figuras que dele deveriam ter sido definitivamente apeadas há muito, e das quais certamente nada temos a esperar, salvo a busca do poder pelo poder, numa batalha de vida ou morte por cargos públicos, sem o menor sinal de interesse público.

Assim, ao invés de lamentarmos indefinidamente as mazelas que a mídia nos mostra no dia a dia, mobilizemo-nos contra elas, como fizemos com o Ficha Limpa.

Em termos práticos, voltemo-nos, se possível armados de instrumentos jurídicos, contra o centenário patrimonialismo que nos assola, transformando a res publica em res privata, por meio de inúmeros esclerosados "ismos" que dispensam enumeração.

Tenhamos, pois, em mente que o poder de nós emana, e, ao cedermos a nossos representantes o direito de exercê-lo em nosso nome, particularmente pelo exercício da tributação, inevitavelmente lhes exigimos o dever de fazê-lo adequada e honestamente, em nosso benefício, sob pena de, na primeira oportunidade, os destituirmos.

Se Dilma nos conduzir por essa trilha, ótimo; todavia, recorde-se não ter sido esse o exemplo de seu partido e dos aliados nos últimos oito anos.

(*) Gil Cordeiro Dias Ferreira é administrador de empresa no Rio de Janeiro.

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Prezados.

Recebi via Email de um amigo, na segunda parte está minha resposta, por favor deixar no seu site, penso ser importante, pois, algo tem que ser feito.
Obrigado.
Renato C. Pavanelli.



Mais um referendo!

Por Gil Cordeiro Dias Ferreira

Que venha o novo referendo pelo desarmamento. Votarei NÃO, como da primeira vez, e quantas forem necessárias. Até que os Governos Federal, Estaduais e Municipais, cada qual em sua competência, revoguem as leis que protegem bandidos, desarmem-nos, prendam-nos, invistam nos sistemas penitenciários, impeçam a entrada ilegal de armas no País e entendam de uma vez por todas que não lhe cabe desarmar cidadãos de bem.
Nesse ínterim, proponho que outras questões sejam inseridas no referendo:
Voto facultativo? SIM! Apenas 2 Senadores por Estado? SIM! Reduzir pela metade os Deputados Federais e Estaduais e os Vereadores? SIM!
Acesso a cargos públicos exclusivamente por concurso, e não por nepotismo? SIM! Reduzir os 37 Ministérios para 12? SIM! Cláusula de bloqueio para partidos nanicos sem voto? SIM! Fidelidade partidária absoluta? SIM! Férias de apenas 30 dias para todos os políticos e juízes? SIM! Ampliação do Ficha-limpa? SIM!
Fim de todas as mordomias de integrantes dos três poderes, nas três esferas? SIM! Cadeia imediata para quem desviar dinheiro público? SIM!
Fim dos suplentes de Senador sem votos? SIM! Redução dos 20.000 funcionários do Congresso para um terço? SIM!
Voto em lista fechada? NÃO! Financiamento público das campanhas? NÃO! Horário Eleitoral obrigatório? NÃO!
Maioridade penal aos 16 anos para quem tirar título de eleitor? SIM! Um BASTA! na politicagem rasteira que se pratica no Brasil? SIM !!!!!!!!!!!


N A M A S T Ê

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Ola Henrique.

Realmente a carta tem um conteúdo de forte impacto.

Eu gostaria muito de exatamente ver acontecer no Brasil o que esse senhor Gil Cordeiro Dias Ferreira colocou no manifesto.

Porém, você sabe muito bem que no Brasil que esse bando de filhos da ....... somente fazem aquilo de interesse pessoal, familiar e ao bando que pertencem, nada mais.

Então, com absoluta certeza nada vai mudar com ou sem manifesto de esse e outros seus amigos da marinha ou outra arma.

Lamentavelmente o Brasil não prestou ontem, não presta hoje e não prestará no futuro, essa é a verdade, e, para mudar isso somente com pelotão de fuzilamento em praça pública, o resto é conversa mole.

O Brasil está condenado por uma doença grave, a qual se chama “políticos”, nada mais.

Um abraço.

Renato.
 
Renato Carlos Pavanelli em 24/04/2011 06:20:50
Parabéns Gil Cordeiro. É Isso mesmo. Temos que ser coerentes e dinâmicos, não esperando indefinidamente que melhores coisas aconteçam mas, mostrando que estamos atentos e que não dá mais para aguentar o "brincando de governar para o povo".
 
sonia maria giraldelli em 07/01/2011 12:07:22
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