A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

13/05/2013 14:00

Plantio direto no Brasil completa 40 anos

Por Carlos Pitol (*)

O início do sistema plantio direto no Brasil acaba de completar 40 anos, sendo considerado o grande responsável pela verdadeira revolução que se processou na agricultura brasileira. Apesar do descrédito inicial em relação a sua viabilidade e eficiência, estes são aspectos incontestáveis hoje.

Veja Mais
Tédio é a falta de projeto
Dólar alto: bom ou ruim para o agronegócio?

A erosão do solo que era a grande tragédia que assolava a agricultura brasileira e comprometia o seu futuro deixou de ser problema quando o plantio direto passou a ser largamente adotado pelos agricultores do nosso país.

Para comemorar os 40 anos deste sistema de cultivo, a Federação Brasileira de Plantio Direto na Palha - FEBRAPDP realizou um evento solene no dia 30 de abril passado, no Parque de Exposições de Londrina-PR. Antecedendo este evento, a Universidade Estadual de Londrina - UEL, concedeu o título de "Doutor Honoris Causa" pelos relevantes serviços prestados à agricultura brasileira ao agricultor Herbert Bartz, um dos pioneiros do plantio direto no Brasil.

No Estado de Mato Grosso do Sul, o sistema passou a ser adotado no começo da década de 80, mas evoluiu com muitas dificuldades e problemas até a criação da Fundação MS, em 1992. A primeira missão desta foi desenvolver o próprio plantio direto no estado, o que foi feito com muita determinação e deu à Fundação um lugar de destaque, sendo reconhecida nacionalmente pelo importante trabalho realizado.

O plantio direto na palha possibilitou o desenvolvimento de inúmeras tecnologias e sistemas de produção agrícola, que resultaram na grande competitividade e eficiência da agricultura e pecuária brasileira. Sem dúvidas, não fosse esta nova forma de cultivo, a nossa agricultura não teria atingido o nível atual. Reconhecer a importância que teve o plantio direto para a nossa agricultura é a forma de valorizar quem contribuiu para o seu desenvolvimento.

(*) Carlos Pitol é engenheiro agrônomo, especializado em manejo do solo e do estado nutricional de plantas, e é pesquisador do setor de Fitotecnia Soja da Fundação MS.

Tédio é a falta de projeto
Recentemente, deparei-me com duas situações. Na primeira, eu almoçava com dois amigos, ambos na faixa dos 55 anos de idade, funcionários públicos bem...
Dólar alto: bom ou ruim para o agronegócio?
Claro, depende da hora e do mercado, exportação ou de mercado interno. Agora, falando da soja, o principal produto da pauta brasileira de exportações...
Marcas lutam diariamente para impactar as pessoas
Segundo pesquisas, temos contato com aproximadamente 2.000 marcas em um dia “comum” e menos de 300 delas ficam em nossa memória. Por isso, essas marc...
A modernização das leis do trabalho: oportunidade, não oportunismo
Crises econômicas em qualquer país do mundo ensejam debates sobre reformas. São nos cenários de recessão prolongada que as nações se defrontam com se...



NÃO PODERIA DEIXAR DE PARABENIZAR, ESSA INICIATIVA, POIS EVITA DESPESAS, FRAGMENTAÇÃO DO SOLO, VIDA PARA OS MICROANIMAIS, QUE AJUDAM TRANSFORMAR OS HUMOS DO SOLO, AEROBIAÇÃO, EVITAM EROSÕES, FOI UMA INICIATIVA ESPETACULAR PARA AGRICULTURA MUNDIAL, QUEBROU O IMPACTO DA DEGRADAÇÃO DO SOLO, PARABÉNS, OS GOVERNANTES, PRECISAM, FINANCIAREM ESSA INICIATIVA, COMO CONSORCIAÇÃO, COM EMPRÉSTIMOS DOS EQUIPAMENTOS COM TEMPO LONGOS, E JUROS ABUNDANTES, AGRICULTORES, SÓ FALTAM DESENVOLVER O PROBLEMA DO VENENO, QUE A CIÊNCIA AGRÁRIA, LUTEM POR ISSO, MENOS VENENOS, MAIS VIDA, DEUS ABENÇOE PELO 40 ANOS, QUE VENHAM, MAIS, COM INTELIGÊNCIA E SABEDORIA, AGRICULTORES E AGRÔNOMOS, VOCÊS SÃO DE DEUS, FORNECEM O QUE AS MOEGAS INDS.PRECISAM.
 
pedro braga em 13/05/2013 17:07:45
imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions