A notícia da terra a um clique de você.
Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

03/07/2014 09:26

Ministério põe 29 empregadores de MS na lista do trabalho escravo

Bruno Chaves
A maioria dos empregadores é composta por fazendas (Foto: Arquivo)A maioria dos empregadores é composta por fazendas (Foto: Arquivo)

A “lista suja” do MTE (Ministério do Trabalho e Emprego), aquela que divulga o cadastro de empregadores flagrados explorando mão de obra escrava no Brasil, foi atualizada na quarta-feira (2). A relação é composta por 607 nomes de pessoas físicas e jurídicas que atuam nos meios rural e urbano. Entre os infratores, 29 são de Mato Grosso do Sul, a maioria do interior do Estado.

Veja Mais
MPE-MS abre processo de seleção para estagiário de Direito
Concurso do TRT recebe inscrições até o próximo dia 26

O cadastro é atualizado a cada seis meses. Na renovação desse semestre, foram incluídos 91 empregadores e excluídos 48. Do total, o estado do Pará apresenta o maior número de infratores inscritos na lista, totalizando aproximadamente 27%. Minas Gerais aparece em seguida com com 11% e Mato Grosso com 9%. Mato Grosso do Sul tem 4,7% dos infratores do País.

No Estado, a maioria dos empregadores flagrados por explorar mão de obra é composta por fazendas. Elas estão nos municípios de Camapuã, Porto Murtinho, Corumbá, Chapadão do Sul, Itaquiraí, Santa Rita do Pardo, Bela Vista, Porto Murtinho e outros. Da Capital, a lista traz apenas uma fazenda. 

As exceções são uma construtora de Chapadão do Sul, uma carvoaria de Selvíria e um canteiro de obras de Dourados. 

Alguns dos infratores foram incluídos na “lista suja” do Ministério do Trabalho em dezembro de 2006 e até hoje não saíram da relação. A lista completa pode ser conferida aqui.

Conforme o MTE, os procedimentos de inclusão e exclusão são determinados pela Portaria Interministerial nº 2/2011, que estabelece a inclusão do nome do infrator no Cadastro após decisão administrativa final relativa ao auto de infração, lavrado em decorrência de ação fiscal, em que tenha havido a identificação de trabalhadores submetidos a trabalho escravo.

As exclusões derivam do monitoramento, direto ou indireto, pelo período de dois anos da data da inclusão do nome do infrator no Cadastro, com a intenção de verificar a não reincidência na prática do “trabalho escravo”, bem como do pagamento das multas decorrentes dos autos de infração lavrados na ação fiscal.

MPE-MS abre processo de seleção para estagiário de Direito
O MPE-MS (Ministério Público Estadual de Mato Grosso do Sul) promoverá concurso para estagiários de Direito de Naviraí, cidade 366 km de Campo Grande...
Concurso do TRT recebe inscrições até o próximo dia 26
O TRT (Tribunal Regional do Trabalho) recebe até dia 26 as inscrições para concurso público. O edital tem uma vaga para o cargo de oficial de Justiça...
Empresa de call center ligada a Oi abre 490 vagas de emprego
A empresa de call center, BTCC Conexão Cliente, abriu 490 vagas de emprego para contratação imediata em Campo Grande. Há oportunidade para Agente de ...
Termina no dia 11 inscrição de Prefeitura de Angélica para 122 vagas
Encerra no dia 11 de dezembro inscrição da Prefeitura de Angélica, distante 263 quilômetros de Campo Grande, para preencher 122 vagas. Os salários of...



imagem transparente

Classificados


Desenvolvido por Idalus Internet Solutions