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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

21/10/2016 11:55

Gaeco vasculha gabinete de prefeito em ação contra desvio de dinheiro

Priscilla Peres
Viaturas paradas em frente a prefeitura de Camaúã, nesta manhã. (Foto: Gaeco)Viaturas paradas em frente a prefeitura de Camaúã, nesta manhã. (Foto: Gaeco)

A Operação Tempestade III, deflagrada na manhã desta sexta-feira (21) pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), cumpre cinco mandados de busca e apreensão em Campo Grande e Camapuã. Duas pessoas serão levadas para prestar depoimento, a chamada condução coercitiva.

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De acordo com nota do MPE/MS (Ministério Público Estadual), a operação investiga desvio de dinheiro público através de fraudes em licitações de obras públicas e pagamentos ilegais a empresas, ligadas a prefeitura de Camapuã. Essa é a terceira fase da ação no município.

Em Camapuã, policiais do Gaeco iniciaram a operação às 6h, par a cumprir três mandados de busca e apreensão. Eles vasculharam o gabinete do atual prefeito Marcelo Duailibi (DEM), sua residência e o escritório da Empresa Engesat Engenharia, da qual ele é sócio.

Em Campo Grande, os alvos de dois mandados de busca e apreensão, foram uma empresa de contabilidade, localizada no Centro e residência no bairro Jardim Tijuca. O Gaeco também busca duas pessoas da Capital, para condução coercitiva.

Além do prefeito, não foram divulgados nomes de pessoas envolvidas. O Gaeco investiga os crimes de peculato, corrupção ativa e passiva e organização criminosa.

Tempestade - A operação faz alusão à chuva que houve na região e foi o motivo alegado pela prefeitura de Camapuã para o sumiço de contratos de construção e de compra no ano passado.

A prefeitura, após receber a solicitação dos documentos, registrou boletim de ocorrência alegando que uma forte chuva danificou a estrutura da calha da sala de digitalização, onde ficavam guardadas as pastas.

Esta terceira etapa da Operação Tempestade foi autorizada pelo Poder Judiciário de Camapuã. Os documentos apreendidos hoje, junto com os da primeira e segunda fase, vão comprovar se houve fraude ou desvio de dinheiro público.

 




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