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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

23/11/2016 06:26

Governo corta R$ 2,5 milhões de despesa e cobrará quem gasta demais

Mayara Bueno
Governadoria de MS, no Parque dos Poderes. (Foto: Alcides Neto)Governadoria de MS, no Parque dos Poderes. (Foto: Alcides Neto)

Programa de redução de gastos implantado pelo Governo de Mato Grosso do Sul conseguiu economizar ao menos R$ 2,5 milhões até agora. Quem faz as contas é o secretário de Administração e Desburocratização, Carlos Alberto Assis, que, na terça-feira (22), detalhou a ideia de cobrar cada órgão estadual em casos de aumento de gastos fora do padrão.

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Sendo assim, diz ele, contas de luz e água, por exemplo, entre outras, das secretarias e demais repartições do governo estadual serão monitoradas. Quando houver um grande aumento, a pasta será acionada para descobrir o motivo da elevação de consumo. "Vamos chamá-los para saber o por que".

Chamado de Governo Consciente, o projeto começou no início do mandato de Reinaldo Azambuja (PSDB), em 2015, e busca economia dentro das estruturas do governo, como ações como controle no consumo de água e telefone, entre outras despesas. 

Embora o balanço não esteja fechado, Assis afirma que, até agora, a economia foi de “R$ 2 milhões a R$ 2,5 milhões”, aproximadamente. Como exemplo de corte de gastos, o secretário também comentou sobre a patrulha mecanizada, criada no início de 2016.

O grupo é formado por cinco servidores da pasta estadual que, quando acionado, faz os reparos necessários. Por exemplo, se a secretaria de Saúde detecta um vazamento de água, a equipe é chamada para arrumar o problema.

Segundo Carlos Alberto Assis, a medida proporcionou economia de R$ 80 mil, que seria o custo de empresas terceirizadas que antes faziam os reparos. “Esta equipe vem trabalhando em todas as secretarias, que podem acionar e agendar pelo site”, comentou.

A intenção do Executivo Estadual é implantar uma “cultura de economia”, disse o secretário. “Que é incentivar a, na hora que sair, apagar a luz e desligar o ar condicionado meia hora antes de ir embora. É mudar a cultura”.

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