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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

02/01/2015 15:52

Acadêmico de medicina atropelou e matou motociclista na saída de culto

Helio de Freitas, de Dourados
Local do acidente que matou rapaz de 23 anos na madrugada de ontem em Dourados (Foto: Osvaldo Duarte/Dourados News)Local do acidente que matou rapaz de 23 anos na madrugada de ontem em Dourados (Foto: Osvaldo Duarte/Dourados News)

O estudante de medicina Daniel Pagan da Cruz, 22 anos, apresentou-se hoje no 2º Distrito Policial e confessou que era o condutor da caminhonete Toyota Hilux SW4, branca, placa OOI-0610, que atropelou e matou o motociclista Daniel Ceobaniuc Francisco, 23, na madrugada de ontem, em Dourados, a 233 km de Campo Grande.

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O rapaz tinha saído de um culto evangélico para celebrar o Ano Novo e seguia pela Rua Coronel Ponciano quando foi atropelado ao cruzar a Avenida Marcelino Pires. Ele morreu no local.

Daniel da Cruz afirmou na delegacia que o semáforo estava verde para ele, que estava a 70 km por hora e negou que estivesse bêbado. Ele afirmou que não consome bebida alcoólica, mas disse que tinha acabado de sair de uma confraternização na casa de amigos e seguia para Fátima do Sul quando atropelou o ciclista.

Morador no Jardim Tropical, região nobre de Dourados, Daniel Pagan disse ao delegado Edmar Batistela que foi ele que chamou o Corpo de Bombeiros, afirmou ter ficado no local do acidente até a chegada do socorro e só depois foi embora com o pai, para quem também ligou, por medo da reação das pessoas.

Depois de ser ouvido, o estudante de medicina foi liberado e agora a polícia vai concluir as investigações para saber se ele será indiciado por homicídio culposo ou doloso.

Em maio deste ano, outro rapaz foi atropelado e morto próximo ao local do acidente de ontem, também na Avenida Marcelino Pires. Davi Rosa da Silva, 19 anos, seguia para o trabalho de bicicleta quando foi atropelado e teve o corpo arrastado por vários metros pela caminhonete F1000 do estudante Aluísio Both Neto, 19.

O estudante voltava da feira agropecuária da cidade e testemunhas denunciaram que ele estaria participando de um racha. Após o pedido de prisão preventiva, Aluísio se apresentou, também no 2º Distrito Policial, e negou que estivesse bêbado ou participando de racha.

Uma “Ghost Bike” (Bicicleta Fantasma) foi instalada por amigos e outros ciclistas da cidade em frente ao local onde Davi morreu. A bicicleta está no local até agora e constantemente recebe flores.

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