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14/08/2014 10:48

Ação conjunta apreende 1,5 t de produtos impróprios para uso em 4 municípios

Viviane Oliveira
Material apreendido em casa de carne. (Foto: divulgação) Material apreendido em casa de carne. (Foto: divulgação)
Os produtos apreendidos não tinham inspeção do órgão sanitário. (Foto: divulgação). Os produtos apreendidos não tinham inspeção do órgão sanitário. (Foto: divulgação).

Cerca de 1,5 tonelada de produtos de origem animal foi apreendida nos municípios de Glória de Dourados, Deodápolis, Jateí, Vicentina, além dos distritos e vilas da região. A operação da Decon (Delegacia Especializada de Repressão ao Crimes Contra as Relações de Consumo) em conjunto com o Mapa (Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento), Iagro (Agência Estadual de Defesa Sanitária Animal e Vegetal) e Vigilância Sanitária foi realizada na semana passada, mas divulgada apenas nesta quinta-feira. 

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Em Jateí, por exemplo, um comércio teve mais de 200 quilos de carne bovina apreendidos por não ter inspeção do órgão sanitário oficial. Na propriedade rural do dono do estabelecimento, foi apreendida uma talha, objeto utilizado na prática de abate clandestino de animais. Ainda no local, foram apreendias 172 couros bovinos em processo de conversação. O material foi recolhido, porque o proprietário não tinha licença para desempenhar a função, além da prática de abate clandestino de bovinos.

Em Lagoa Bonita, distrito de Deodápolis, foram apreendidos 275 quilos de carne bovina em um açougue. O produto não tinha comprovação de origem e muito menos inspeção sanitária. Na propriedade rural do dono do estabelecimento, foram localizados e apreendidos 17 couros bovinos em processo de conservação, que estavam armazenados em um cômodo de madeira, além de restos de animais em decomposição, ossos, sangue e vísceras. 

A ação desencadeada em conjunto visa combater crimes cotra as relações de consumo e ao trânsito e comércio irregulares de animais, produtos e subprodutos de origem animal clandestinos. Os responsáveis pelos estabelecimentos responderão a procedimento administrativo e ainda poderão responder a inquérito policial, por crime contra relações de consumo, cuja pena pode variar de 2 a 5 anos de prisão. No final da operação, várias casas de carnes foram visitadas e cerca de 1,5 toneladas de produtos apreendidos. 

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