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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

15/10/2015 12:19

Com estiagem de agosto e setembro, focos de incêndio aumentam 191%

Viviane Oliveira
Queimada na região do Pantanal registrada pela Embrapa. (Foto: divulgação/Embrapa)Queimada na região do Pantanal registrada pela Embrapa. (Foto: divulgação/Embrapa)

A estiagem de agosto e setembro somada ao volume de vegetação que não queimou no ano passado devido a cheia no Rio Paraguai, aumentou o número de focos de incêndio em Corumbá, distante 419 quilômetros de Campo Grande, em 191% se comparado com o mesmo período do ano passado. Em 2014, de janeiro até outubro, foram 751 casos, enquanto este ano já são 2.188, de acordo com dados do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).

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Conforme Alexandre Pereira, coordenador estadual do PrevFogo do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis), daqui para frente a tendência é de redução nos números de queimadas no Pantanal devido as chuvas. “Em relação a outubro do ano passado, quando foram 298 casos, a expectativa é de queda”, explica. Este mês ainda não foi registrado nenhum foco na região.

Segundo o coordenador, o número de queimadas no ano passado foi menor devido o volume de chuva no mês de julho e o pico da cheia que se estendeu até fim de julho. “O combustível natural que não queimou no ano passado, ficou para este ano. Isso explica, o aumento no número de queimadas”, destaca Alexandre.

Depois de Corumbá, que lidera o ranking, Porto Murtinho aparece na 2ª posição e Aquidauana na 3ª, conforme dados de satélite do Inpe. “A região de Miranda, também preocupa. Ao todo, nós temos 90 brigadistas atuando nessas áreas”, destaca.




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