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Campo Grande, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

19/12/2014 15:51

Com UPA funcionando, PAM deixa de fazer atendimento de urgência clínica

Helio de Freitas, de Dourados
Paciente é atendido na UPA de Dourados, que agora concentra os serviços de urgência clínica (Foto: Divulgação/A. Frota)Paciente é atendido na UPA de Dourados, que agora concentra os serviços de urgência clínica (Foto: Divulgação/A. Frota)

Os moradores precisam ficar atentos às mudanças feitas com a ativação da UPA (Unidade de Pronto Atendimento), que começou a funcionar ontem em Dourados, a 233 km de Campo Grande. Os serviços de urgência clínica, nas áreas de clínico geral, psiquiatria e pediatria, antes oferecidos no PAM (Pronto Atendimento Médico), agora ficam concentrados na nova unidade, que funciona durante 24 horas, na Avenida Coronel Ponciano.

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“O paciente que antes se dirigia ao PAM quando precisava de atendimento, agora deve procurar a UPA, com o diferencial de que esta funciona 24 horas”, explica o secretário de Saúde, Sebastião Nogueira. Já os pacientes de casos mais graves permanecem sendo encaminhados ao Hospital da Vida pelo Corpo de Bombeiros e Samu (Serviço Móvel de Urgência).

Conforme a secretaria de Saúde, inicialmente a UPA não vai funcionar com sua carga total e atenderá apenas os casos de menor complexidade. Futuramente, quando estiver mais estruturada, a unidade deve ampliar o atendimento.

Até domingo, dia 21, o PAM continua recebendo os pacientes da chamada “demanda espontânea”, mas os moradores já serão orientandos sobre a mudança para a UPA. No entanto, a partir de segunda-feira, dia 22, o PAM deixa de realizar o serviço chamado “ de porta aberta” e passa a fazer apenas consultas com médicos especialistas, fisioterapia e exames de Raio-x e ultrassonografia.

Todos os atendimentos no PAM serão feitos através de encaminhamento do serviço de regulação. Por não ter mais o atendimento de urgência, a partir de segunda o PAM deixa de funcionar à noite e terá expediente das 7h às 17h.

Na UPA, o critério para atendimento da população não é por ordem de chegada, mas pela chamada classificação de risco, ou seja, quanto mais grave for o caso, mais rápido o paciente é atendido. A escolha de quem é atendido prioritariamente é feita por equipe de enfermagem qualificada para o trabalho de classificação de risco.

Ao fazer cadastro na recepção, o paciente é encaminhado para a consulta com a enfermagem. Na UPA existem duas salas para classificação de risco, uma para crianças de até 11 anos e uma para as demais pessoas. “A classificação de risco sempre foi feita, mas agora o trabalho foi aprimorado, será mais eficiente para que todos sejam atendidos”, garante o secretário de Saúde.




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