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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

24/11/2014 18:14

Comandante diz que omissão de atendimento e desacato motivaram prisão

Priscilla Peres
Desentendimento que terminou em prisão aconteceu na sexta-feira. (Foto: TL Notícias)Desentendimento que terminou em prisão aconteceu na sexta-feira. (Foto: TL Notícias)

O comandante da 2° Cia da Polícia Militar, José Roberto de Souza que prendeu o soldado Sandro Sarjon Alves Dias por desacato a autoridade, afirma que o desdobramento da história se deu por omissão da equipe de serviço ao atendimento de uma ocorrência na madrugada do dia 21 de novembro. O caso aconteceu em Bataguassu - distante 335 km de Campo Grande.

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De acordo com nota enviada pelo comandante nessa tarde, na madrugada de sexta-feira da semana passada a equipe da PM de plantão recolheu a viatura a meia-noite e foi dormir, só retornando às atividades às 7h. Nesse período, deixou de atender uma solicitação de um morador local que chegou a ir até o prédio do quartel e encontrou tudo às escuras.

Segundo a nota, na sexta-feira, após o acontecido, o comandante instaurou procedimento para apurar a omissão da equipe de serviço e realizou uma reunião com o efetivo envolvido para cobrar explicação e dar orientações. Nesse momento o soldado Sandro teria desacatado o comandante e recebido voz de prisão.

De acordo com o ofício n° 702 de 21 de novembro de 2014, feito pelo comandante J.Roberto ao sub comandante do 8° BPM, ele alega que durante a reunião de sexta-feira o soldado riu e respondeu a autoridade. "Chamei a atenção do Soldado PM Sandro que ria durante a fala do oficial, ao ser advertido, ele respondeu que não estava e foi advertido novamente. Em voz alta e tom desafiador, o soldado retrucou dizendo 'e o que que tem?'", diz o ofício feito pelo comandante.

Ao entrar em contato com o comandante do 8° BPM, tenente coronel Emerson, para informar o ocorrido, o mesmo disse que o caso se tratava de flagrante de transgressão disciplinar, e determinou que ele fosse recolhido na sede em Nova Andradina por 72 horas, segundo consta no ofício.

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