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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

11/03/2011 12:50

Defesa pede liberdade assistida a adolescente que esfaqueou filho de 1 ano

Ricardo Campos Jr.

Ministério Público já se manifestou contrário à solicitação

Garota cumpre medida socio-educativa já há 11 meses. (Foto: Diário On line)Garota cumpre medida socio-educativa já há 11 meses. (Foto: Diário On line)

A defesa da jovem de 16 anos, que cumpre medida sócio-educativa na Unei (Unidade Educacional de Internação) em Campo Grande por ter matado o filho de 1 ano e 1 mês a facadas em Corumbá, solicitou à Justiça para que ela seja beneficiada com a liberdade assistida. O Ministério Público já se posicionou contrário a progressão.

Segundo informações do site Diário On line a decisão do juiz Danilo Burin, da Vara da Infância e Juventude, de Campo Grande, deve sair nos próximos dias.

O benefício é concedido aos adolescentes que cometeram infrações penais ou que apresentaram desvio de conduta para o fim de vigiar, auxiliar, tratar e orientar. È designada uma capacitada para acompanhar o caso.

Esse orientador fica encarregado de promover socialmente o jovem e família, além de supervisionar a frequência escolar e conduzir o adolescente à profissionalização e inserção no mercado de trabalho. O profissional apresenta relatórios sobre o caso.

O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente) determina que a liberdade assistida tenha prazo mínimo de seis meses, podendo ser prorrogada, revogada ou substituída por outro regime.

Em novembro do ano passado, o juiz da Vara da Infância e Juventude de Campo Grande negou a progressão de regime para a adolescente.O magistrado argumentou que a jovem não apresentava "condições satisfatórias de ser reintegrada com dignidade ao convívio social".

O Juiz declarou, na época, que a garota se irritava com facilidade e tinha problemas de relacionamento, demonstrando, segundo o magistrado, que ela não tinha ainda consciência do ato infracional praticado.

Crime - A garota confessou que matou o filho com 8 facadas na madrugada do dia 22 de março de 2010 no cruzamento das ruas Piratininga e Minas Gerais, bairro Cristo Redentor, em Corumbá, cidade que fica a 419 quilômetros de Campo Grande.

Ela passou pelo menos dois dias na delegacia da cidade até confessar o crime. Ela justificou o assassinato como "Um minuto de delírio".

Ela disse acreditar que a morte da criança a livraria de um “empecilho” na vida dela, tendo em vista que o bebê trazia responsabilidades que ela não aceitava. Ela está cumprindo medida sócio-educativa já há 11 meses.

(Com informações do site Diário On line)




Uma pessoa que mata o próprio filho, pode matar qualquer pessoa, se soltarem essa louca, é mais um aprova que a justiça não serve pra nada mesmo.
 
Caroline Mena em 12/03/2011 08:55:33
É POR ISSO QUE A JUSTIÇA COMEÇA A CRIAR MONSTROS!!!!! CADÊ O DIREITOS HUMANOS PARA ESTA CRIANÇA QUE MORREU!!!!
 
tatiane lago rezende vieira em 11/03/2011 08:56:18
Que absurdo!! É muito fácil dizer que foi 1 minuto de delírio, que a fez praticar tanta brutalidade, que o bebê traz responsabilidades que ela não imaginava e não aceita ter. Mas na hora de se relacionar com alguém e não se proteger é muito responsável né. Essa garota deve ficar trancada na Unei e não sair nunca mais. Oito facadas em uma criança não sabe nem se defender. Uma monstra isso sim.
 
Elaine Machado em 11/03/2011 05:27:31
QUE ABSURDO! Qualquer animal defende sua cria. Uma jovem de 16 anos que desfere 8 facadas num bebezinho de 13 meses, saído dela própria ou não tem sanidade mental ou é um monstro que tem que viver trancado em benefício até dela mesma. Para que soltá-la?????. O acompanhamento, as medidas e sei lá mais o que, devem ser aplicados com ela trancada e bem trancada ou será melhor colocá-la em liberdade, esperar que ela engravide novamente -o que é de grande probabilidade- e assassine outro bebÊ????? Orientar, tratar, vigiar, talvez seja possível com ela aí, na mira da justiça. Solte-a para ver!!! Eu não pagaria pra ver...e essa tal de promoção social da garota assassina e da família funciona lindamente na teoria mas, na prática, a história muda muito. É o que temos visto ao longo dos anos. Vale lembrar que ela não cometeu um ato infracional mas sim, um assassinato muito mais do que cruel. Por ela mesma e por todos que possam encontrá-la pelo caminho é de bom proveito que a mantenham trancada. Conheço a capacidade e bom senso do Dr Danilo Burin e é nisso que acredito e confio.
 
sonia maria em 11/03/2011 04:04:23
com esses profissionais a tedencia da cidade, estado e pais é piorar ainda mais
 
ronnie roriz em 11/03/2011 01:59:50
ENGRAçado!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! fazer o filho ela soube!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!! ir p cama essa sem vergonha soube!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!abrir as pernas ela soube????????????????????? sem vergonha!!!!!!!!!!!!!!!!!! vc tinha que morrer com 10 facadas
 
patricia queiroz em 11/03/2011 01:03:47
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