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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

16/11/2011 17:00

Depoimentos de testemunhas sobre morte de bombeiro não apresentam contradições

Paula Maciulevicius

O órgão vai instaurar ainda processo administrativo para apurar a conduta do policial federal envolvido

Foto tirada horas antes do desentendimento mostram o bombeiro no encontro de motos na boate em Ponta Porã. (Foto: Arquivo Pessoal)Foto tirada horas antes do desentendimento mostram o bombeiro no encontro de motos na boate em Ponta Porã. (Foto: Arquivo Pessoal)

Os depoimentos das testemunhas ouvidas no inquérito aberto pela PF (Polícia Federal) sobre morte de bombeiro na boate de Ponta Porã não apresentam contradições até o momento. Segundo a Polícia, a versão contada pelas pessoas é unânime.

A PF aguarda os laudos, necroscópico e técnico, da perícia da Polícia Civil para esclarecer o que já foi levantado até o momento. Os resultados devem sair entre 30 e 45 dias.

O órgão vai instaurar ainda processo administrativo para apurar a conduta do policial federal envolvido.

Caso - A troca de tiros que vitimou o bombeiro Paulo Sérgio da Silva Pompeo, de 22 anos, ocorreu numa boate de Ponta Porã na madrugada do último sábado. Dois policiais federais foram ao local atrás de um traficante que estaria por lá.

Segundo a Polícia Civil, Paulo Sérgio teria chegado ao local e se identificado como policial federal. Os seguranças do local, sabendo da presença de dois agentes da PF, comunicaram sobre a tentativa do bombeiro de também se passar por agente.

Diante disso, um dos policiais Carlos Roberto Statquevios, acabou se desentendendo com a vítima, que não estava de serviço.

Durante a discussão, o bombeiro teria ameaçado o policial de morte. Em seguida, foi até o carro pegou uma pistola calibre 765 e efetuou quatro disparos para o alto. O agente ainda o advertiu dizendo que também estava armado.

Mesmo com o alerta, o bombeiro efetuou mais disparos contra o policial, que reagiu e acertou um tiro no abdômen da vítima.

Os laudos a serem feitos do local estão por conta da Polícia Civil por questões de imparcialidade na investigação.




Se o bombeiro atirou na direção do policial ele agiu em legítima defesa e de forma acertada e corretíssima!!
Ao contrário do que alguém disse aí em cima, não existe isso de atirar na perna, na mão. Arma de fogo é por natureza letal! se não fosse para ser letal a polícia usaria cacetetes! é comentário de quem não tem conhecimento jurídico.
Parabens ao PF legítima defesa CLARA E NITIDA!!
 
Marcus santos em 20/03/2012 11:24:01
nada justifica o que esse policial federal fez,se ele fosse uma pessoa preparada ele poderia ter atirado na perna na mão,mais ele atirou sem defesa ao bombeiro,não interessa o que aconteceu isso só mostra o despreparo da policia no geral será que essa pessoa esta conseguindo dormir ele tirou uma vida.
 
creonice oliveira em 16/11/2011 09:24:22
Com certeza a ação do Sd CBM foi totalmente equivocada (se realmente for a versão verdadeira)!!!.Mas duvido que somente dois agentes da PF iriam realizar a prisão de um traficante em uma boate na cidade de Ponta Porã ( a PF não é amadora para realizar tal operação sem cobertura), então, ou seja, algum dos lados esta faltando com a palavra ,seja na quantidade ou na verdade.Claro e simples!!
 
Igor Adonis em 16/11/2011 08:39:30
se realmente foi isso tudo o que aconteceu, o bombeiro tava pedindo pra ser baleado... devia estar bem alterado !
 
marcello martins em 16/11/2011 05:56:19
Com certeza o bombeiro estava errado ! se identificando como federal , mas os policiais federais, foram justamente pegar esses traficantes na boate! nao teria um outro lugar em Ponta porã, essa de ir investigar na boate não cola, quem vai depor contra os federais, justamente em Ponta Porã, como possa se dizer morto nao fala!
 
jose cavalquante em 16/11/2011 05:25:15
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