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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

12/04/2015 15:13

Douradenses começam a chegar ao centro para protesto contra governo

Manifestação liderada pela Associação Comercial quer superar público de seis mil pessoas do dia 15 de março

Helio de Freitas, de Dourados
Douradenses começam a se concentrar na Praça Antonio João para mais um protesto contra o governo Dilma (Foto: Helio de Freitas)Douradenses começam a se concentrar na Praça Antonio João para mais um protesto contra o governo Dilma (Foto: Helio de Freitas)

Carregando bandeiras e faixas, centenas de moradores começam a chegar ao centro de Dourados, a 233 km de Campo Grande, para mais um protesto contra a presidente Dilma Rousseff. Liderada pela Associação Comercial Empresarial da cidade, a manifestação tem como ponto de concentração a Praça Antonio João.

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A exemplo do protesto realizado no dia 15 de março, muitas pessoas carregam faixas e cartazes contra o Partido dos Trabalhadores e pedindo “Fora Dilma”, apesar de o presidente da Aced, Antonio Nogueira, rechaçar o pedido de impeachment da presidente da República.

Os organizadores têm como meta superar o público do primeiro protesto, quando pelo menos seis mil pessoas foram para centro, segundo a Polícia Militar. Uma novidade na mobilização de hoje é que foi instalado um sistema de som na praça para discursos.

A segurança é feita por dezenas de policiais militares que estão espalhados por vários pontos da praça. No dia 15 de março o único incidente ocorreu quando dois estudantes universitários tentaram passar entre o protesto com um cartaz pedindo “menos elite e mais povo”.

O casal de namorados usava camisetas vermelhas e foi hostilizado pelos manifestantes. Para não serem agredidos, eles tiveram de se refugiar no prédio de um jornal da cidade escoltados por policiais e só saíram do local em uma viatura da Polícia Militar.

Durante a semana, Antonio Nogueira cobrou a presença de políticos no protesto deste domingo. “Entendemos que não há como dissociar uma coisa da outra. Toda a população brasileira precisa estar envolvida, incluindo a classe política”, afirmou. Segundo ele, o movimento é apartidário: “Nossa luta não é contra um partido, mas pela moralização do nosso país. É uma luta de todos os brasileiros”.

A Associação Comercial de Dourados afirma que o ato deste domingo será contra a corrupção, a alta dos impostos e as recentes medidas adotadas pelo governo federal. Apoiam a manifestação o Senac, Conped (Conselho de Pastores), Sinpetro (sindicato das empresas revendedoras de petróleo), Sindicato Rural, Sindicato dos Farmacêuticos, Sindicom (Sindicato do Comércio Atacadista e Varejista), Acomac (associação das lojas de materiais de construção), CDL (Câmara de Dirigentes Lojistas) e a Maçonaria.




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