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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

14/09/2015 12:24

Em menos de 2 meses, chuva põe 9 cidades em situação de emergência

Viviane Oliveira
No dia 7 de setembro, chuva de pedra atingiu a cidade de Iguatemi. (Foto: divulgação/Prefeitura) No dia 7 de setembro, chuva de pedra atingiu a cidade de Iguatemi. (Foto: divulgação/Prefeitura)
Erosão provocada pela enxurrada em bairro de Naviraí. (Foto: Divulgação/Prefeitura)Erosão provocada pela enxurrada em bairro de Naviraí. (Foto: Divulgação/Prefeitura)

Em menos de 2 meses, nove municípios de Mato Grosso do Sul decretaram situação de emergência por causa da chuva, de acordo com a Defesa Civil do Estado. Enxurradas, alagamentos, chuvas intensas e queda de granizo destruíram casas e ruas no sul de MS. As cidades afetadas foram Naviraí, Itaquiraí, Iguatemi, Eldorado, Paranhos, Aral Moreira, Amambai, Sete Quedas, Japorã e Iguatemi. 

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No dia 3 de julho, Naviraí decretou situação de emergência após chuva de 171 milímetros que caiu sobre a cidade em menos de 24 horas. A força da enxurrada provocou estragos em vários pontos, principalmente em bairros sem asfalto, onde a água abriu crateras no terreno arenoso.

Além dos buracos em bairros sem asfalto, a chuva alagou ruas pavimentadas. O ponto mais crítico ficou entre os bairros Jardim Paraíso e Vila Nova. O prejuízo estimado chega em torno de R$ 500 mil para recuperar o município.

A cidade de Paranhos também decretou situação de emergência no dia 16 de julho após chuva forte que destruiu pontes e estradas vicinais. Já no começo deste mês, foi a vez de Iguatemi a pedir socorro ao Estado depois que a cidade foi castigada por chuva de granizo que caiu no dia 7 de Setembro. 

Pelo menos 800 famílias que tiveram as casas destruídas pelas pedras de gelo fizeram cadastro para receber telhas doadas pela prefeitura da cidade. Por lá, o prejuízo pode chegar a R$ 1 milhão, conforme o prefeito José Roberto Felippe Arcoverde (PSDB).

O tenente da Defesa Civil, Jéferson aparecido Albuquerque, explica que existem vários critérios que precisam ser preenchidos para a cidade decretar situação de emergência. “Hoje, a Defesa Civil do município ou Estado precisa fazer o levantamento dos estragos e, só depois do relatório é que a cidade entra com o pedido”, explica. De janeiro até setembro deste ano, 110.337 pessoas foram afetadas pela chuva. 




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