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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

10/05/2014 14:54

Emoção marca enterro das quatro vítimas de acidente entre van e carreta

Luciana Brazil
Quatro vítimas são enterradas em Três Lagoas. (Foto: Nova News/Leo Lima)Quatro vítimas são enterradas em Três Lagoas. (Foto: Nova News/Leo Lima)
Acidente matou 11 pessoas. (Foto:Nova news)Acidente matou 11 pessoas. (Foto:Nova news)

Quatro vítimas que morreram carbonizadas no acidente entre uma van e uma carreta, que matou 11 pessoas, no dia 17 de dezembro, na BR-267, foram enterradas na tarde ontem (9), em Três Lagoas. Os corpos de Rafael Moraes da Silva, o “Chipálio”, Douglas Alexandre, Samuel Fernandes de Pinho e Huang Tasan Ming foram os últimos a serem liberados pelo IMOL (Instituto Médico Odontológico Legal) de Campo Grande, cinco meses após a tragédia.

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De acordo com o site Perfil News, dezenas de pessoas acompanharam o enterro no Cemitério Municipal Santo Antônio. A emoção tomou conta de familiares e amigos.

O velório de Rafael, Douglas, Huang e Samuel aconteceu na Câmara Municipal de Três Lagoas- 338 quilômetros da Capital, onde moravam com a família.

Apenas um dos cinco corpos identificados no IMOL da capital, foi liberado rapidamente, o de Fabiano Bastos Malaquias. Em entrevista ao Campo Grande News, o coordenador geral de pericias do Estado, Nelson Fermino Júnior, disse que os corpos foram totalmente carbonizados, o que dificultou o processo de identificação.

“Os corpos foram carbonizados completamente. A parte muscular e as vísceras viraram, literalmente, carvão. Só permaneceram os ossos. O trabalho com DNA a partir do osso é extremamente difícil e quando o osso passa por uma alta temperatura acaba degradando o DNA. Dessa forma, a qualidade e a quantidade do DNA diminuem. É daí que vem a dificuldade da identificação”.

Acidente – A van transportava comerciantes de Três Lagoas, quando colidiu de frente com um caminhão com placas de Dourados, atrelado ao baú com placas de Douradina. Após o acidente os dois veículos pegaram fogo. A maioria dos ocupantes morreu carbonizada.

Outras duas vítimas, uma mulher e um adolescente que estavam no caminhão foram socorridos até o Hospital Regional de Nova Andradina. O caminhão transportava cerca 30 toneladas de charque. A van seguia duas vezes por semana para o Paraguai, onde os comerciantes compravam produtos para serem revendidos no Shopping Popular.

Das 11 vítimas, três tiveram os corpos liberados para a família no dia seguinte. São eles Miguel Benites Meireles, 38 anos, e os comerciantes Adilson Rodrigues de Souza, 45, e Antonio Pereira Carneiro.




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