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Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

27/08/2015 11:14

Empresa conclui 10% de duplicação e espera aval para cobrar pedágio

Caroline Maldonado
Primeira etapa duplicada equivale a pouco mais de 10% do total e terá pedágio em outubro (Foto: Divulgação/CCR MSVia)Primeira etapa duplicada equivale a pouco mais de 10% do total e terá pedágio em outubro (Foto: Divulgação/CCR MSVia)

Foram liberados, nesta quarta-feira (26), 41 quilômetros de pista duplicada da BR 163, na região de Caarapó, Bandeirantes, Camapuã e São Gabriel do Oeste. Com isso, a concessionária responsável pelas obras, CCR MSVia, entregou o total de 89,1 quilômetros, o que equivale a mais de 10% dos 806,3 quilômetros previstos para duplicação. As obras começaram em maio de 2014 e a conclusão é prevista para 2019.

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Com as nove praças de pedágio prontas, a concessionária espera apenas a liberação da ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) para começar a cobrança, prevista para outubro. O aceite formal das obras, as tabelas de tarifas e a definição da data de início da arrecadação devem ser publicados no Diário Oficial da União.

O valor será reajustado com base no IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor), levando em conta mudanças nas condições do contrato, como a da Lei dos Caminhoneiros, que isenta a cobrança dos eixos suspensos dos veículos. Com os preços definidos, a empresa fará 10 dias de operação assistida, em que os usuários passarão pelas pistas de cobrança parando nas cabines, porém sem pagar.

Os últimos trechos, entregues ontem (26), foram entre os kms 226,231 e 237,524, na região de Caarapó; entre os kms 578,816 e 589,585, próximo a Bandeirantes e Camapuã e entre os kms 628,485 e 647,337, em São Gabriel do Oeste.

Até agora, a concessionária investiu cerca de R$ 700 milhões em obras, serviços e equipamentos para a rodovia. Até 2019, a CCR planeja investir R$ 3,4 bilhões em obras. Já nos 30 anos de vigência do contrato de concessão, serão investidos R$ 5,5 bilhões.




Agora que vão começar a cobrar com certeza o ritmo das obras vai diminuir e vamos ficar pagando muito tempo sem ter a duplicação completa. Gravem este comentário e depois me digam se não é verdade...
 
Jorge em 27/08/2015 17:25:12
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