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16/10/2013 07:08

Envolvidos no golpe da vaga vão responder por associação criminosa e estelionato

Viviane Oliveira
Fernanda foi autuada no final da tarde de ontem. (Foto: Osvaldo Duarte)Fernanda foi autuada no final da tarde de ontem. (Foto: Osvaldo Duarte)

Uma jovem de 24 anos, moradora no Rio de Janeiro, foi autuada no final da tarde desta terça-feira (15) por associação criminosa e estelionato. Fernanda Figueiredo do Amaral é acusada de ser uma das articuladoras do esquema que comercializava supostas vagas remanescentes para a faculdade de Medicina da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados).

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De acordo com o site Dourados News, o grupo pedia R$ 50 mil para que os interessados entrassem para o curso sem fazer as provas necessárias. Fernanda acabou detida pela Polícia Militar no início da tarde com outras duas mulheres de 36 e 31 anos – residente nos Estados da Bahia e Rio de Janeiro respectivamente, numa casa no Novo Parque Alvorada. 

Uma delas garantiu que depositou R$ 35 mil a um intermediário identificado apenas como César, que junto com a mãe da acusada, é alvo de investigação. Segundo o delegado responsável pela investigação, Adilson Stiguivitis, caso condenada, Fernanda poderá pegar de um a três anos de detenção.

Dois seis alunos que compraram vagas e estão em Dourados, somente dois foram detidos. Os demais estão sendo procurados pela polícia. Há suspeita de que mais pessoas também compraram as falsas vagas. Da quadrilha, somente Fernanda está presa.

Esquema - Ainda de acordo com o depoimento de uma das mulheres detidas, César dizia que as vagas eram remanescentes de provas de vestibular. Os valores eram então negociados e o processo tinha início, com envolvimento de falsos funcionários da universidade que entregavam cartão provisório e grade curricular do estudanteNa residência onde ocorreu a prisão, foram recolhidos comprovantes de transferências bancárias que comprovam o golpe. 

Denúncia - O esquema foi denunciado à polícia por uma estudante que teria comprado uma vaga. Após perceber que teria caído num golpe, ela decidiu ligar para o 190. Em Dourados há pelo menos seis pessoas que pagaram a primeira parcela no valor de R$ 25 mil. A vaga de medicina estava sendo comercializada a R$ 50 mil.

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