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Campo Grande, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

13/05/2011 08:12

Estrago na ponte faz governo decretar situação de emergência em Corumbá

Marta Ferreira

Foi decretada hoje situação de emergência em Corumbá por causa da situação da ponte sobre o Rio Paraguai, que teve a estrutura afetada no domingo após um comboio de barcaças carregadas bater em um dos pilares de proteção. O decreto assinado pelo governador André Puccinelli informa que a recuperação é urgente, sob risco de interdição de no mínimo 8 meses do trajeito, caso não seja executado a obra necessária.

Esse tipo de medida é adotado para acelerar a liberação de recursos públicos. A recuperação da ponte vai exigir pelo R$ 6 milhões, valor que ainda não está fechado.

No domingo, a ponte chegou a ficar interditada totalmente para o tráfego em razão do acidente.

Fenda foi aberta na ponte após comboio de barcaças colidir em pilastra no domingo. (Foto: Divulgação)Fenda foi aberta na ponte após comboio de barcaças colidir em pilastra no domingo. (Foto: Divulgação)

De acordo com o decreto, a inspeção efetuada pela Empresa

Garambone Projetos e Consultoria, projetista da ponte,identificou que o dolfim de proteção deverá ser executado com urgência, “uma vez que um novo impacto sobre um dos apoios do vão de navegação poderá causar o colapso do trecho central da ponte”

Conforme o texto, a colisão das barcaças, ocorrida por volta das 9h30 do domingo provocou deslocamento da superestrutura, de 11 cm na junta de expansão da margem direita e de 3 cm na junta da margem esquerda da ponte.

Prejuízos-O governo justifica a decisão de decretar situação de emergência lembrando os problemas ocasionados pela danificação da estrutura da ponte, com destaque para o transporte de minério, feito principalmente pelo rio, que está prejudicado. A Marinha interditou a navegação no local.

“A BR-262 é o único acesso rodoviário ao Município de Corumbá, e que em decorrência do evento a transposição do rio por meio da ponte passou a ser parcial, limitando a velocidade dos veículos a 40 km/h, e para os veículos com mais de 3 eixos a uma distância mínima entre eles de 100 metros, e proibindo o tráfego de caminhões carregados com minério de ferro;

Por esses fatores, risco de prejuízos “econômicos , humanos e materiais” , define o texto do decreto.




E o pedagio da ponte que nós pagamos!!!!
 
André Jaime em 13/05/2011 09:36:39
A Capitania dos portos, deveria fiscalizar com mais assiduidade estas barcaças que trafegam pelo Rio Paraguai, recentemente observei, durante uma pescaria, que muitas praticam impacto direto nas barrancas do rio com objetivo de frear, ou diminuir a velocidade causando danos a natureza.
 
Milton Silva - Campo Grande - MS em 13/05/2011 01:47:09
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