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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

03/07/2015 20:28

Estupro coletivo pode ter participação de militar do Exército, diz polícia

Thiago de Souza
Delegacia de Proteção a Mulher conduz as investigações. (Foto:MinutoMS)Delegacia de Proteção a Mulher conduz as investigações. (Foto:MinutoMS)

A Delegacia de Atendimento a Mulher de Três Lagoas investiga a participação de um militar do Exército em um estupro coletivo, contra duas adolescentes, de 14 e 16 anos, ambas portadoras de deficiência auditiva. Além dele, outras dez pessoas podem ter participado do ato. O Conselho Tutelar informou que os abusos aconteciam há pelo menos dois anos, em uma casa no Bairro Jupiá.

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De acordo com o site MinutoMS, o recruta, 18 anos, que não teve o nome divulgado, aproveitava a ausência dos pais na residência dele para abusar sexualmente da vítima de 14 anos, que é prima dele. De acordo com o Conselho Tutelar, ele também é acusado de estuprar a amiga dela, que hoje possui 15 anos. A Polícia Civil suspeita que colegas do recruta no Exército tenham participado do abuso, na cidade a 338 quilômetros de Campo Grande.

A data do suposto estupro coletivo não foi divulgada. Mas o caso foi registrado dia 26 de junho, na 1º DP, de Três Lagoas. Segundo divulgado pela polícia, um exame médico atestou a violência sexual contra as duas adolescentes. O caso segue em segredo de justiça.

Ao tomar conhecimento dos fatos, o Comando do Exército vai aguardar as investigações da polícia para tomar medidas internas.

Ainda de acordo com as informações, a menor tentará reconhecer os demais participantes do estupro por meio de fotos.

O pai do militar acusado pelo estupro, diz que o filho é inocente e vai lutar por justiça. Segundo ele, a amiga da prima, que também é deficiente auditiva é que estaria interessada no recruta, e diante da recusa do rapaz, teria inventado os abusos sexuais. Ele questiona também o fato da mãe da vítima ter feito a acusação tempos depois do suposto fato ocorrido.

O pai, ainda coloca suspeitas em torno do depoimento das vítimas. Ele reclama, que quando colocada em frente a sua esposa (tia da criança) ela nega ter sido abusada. Porém, quando fica a sós com a intérprete de língua de sinais, a vítima confirma a violência. Ele sugere que a intérprete pode alterar o andamento do depoimento já que possui desavença com a tia da criança, em uma disputa pela guarda da menina.




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