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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

24/12/2013 21:34

Ex-secretário de Chapadão do Sul tem habeas corpus aceito

Helton Verão
Altair José Bevilacqua foi preso no último dia 10 em flagrante recebendo propina Altair José Bevilacqua foi preso no último dia 10 em flagrante recebendo propina

O ex-secretário municipal de Finanças de Chapadão do Sul, Altair José Bevilacqua, preso em flagrante na tarde no último dia 10 de dezembro, por receber propina, conseguiu habeas corpus no fim da tarde desta terça-feira (24), através da solicitação de sua defesa com os advogados Gustavo Lazzari e Raquel Magrini Sanches.

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A alegação da defesa é de que não havia motivo para que seu cliente seguisse preso. “Ele não está mais no cargo, todas as pessoas que eram para ser ouvidas, já foram e ele não representa problema algum para a sociedade. Ele possui residência fixa na cidade há mais de 30 anos, tem laços com aquela cidade então não havia porque seguir preso”, argumenta o advogado Lazzini.

De acordo com o advogado, o habeas corpus foi expedido em Campo Grande, com aval da corregedora de plantão Tânia Garcia De Freitas e encaminhado através de fax ao juiz de plantão em Chapadão do Sul.

Sobre os próximos passos da defesa, Gustavo se esquiva e lembra que assumiu o caso a pouco tempo e ainda precisa estudar sobre as decisões a se tomar.

Altair José Bevilacqua, foi preso em flagrante pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) no momento em que recebia propina de R$ 36 mil. Ele comandava a pasta desde janeiro deste ano.

Segundo a investigação, conduzida pelo promotor de Justiça Marcus Vinícius Tieppo Rodrigues pelo delegado Alberto Luiz Carneiro, o secretário cobrou 15% de propina para pagar a obra da reforma da Escola Municipal Cecília Meireles. O valor representa 15% dos R$ 240 mil que seriam investidos na reforma da escola. Ele pretendia receber até R$ 180 mil.

Logo após a prisão, o prefeito Luiz Felipe Barreto de Magalhães (PTdoB), divulgou nota para informar que exonerou o secretário do cargo. Além de colaborar com a investigação, que foi reforçada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado), Magalhães prometeu realizar auditoria em todos os contratos da prefeitura.




Não havia motivo? e o flagrante não é motivo suficiente? É brincadeira.
 
santos santos em 25/12/2013 15:31:34
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