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Campo Grande, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

20/10/2013 10:58

FAB ainda não localizou monomotor e vítimas de acidente aéreo no Pantanal

Ângela Kempfer e Viviane Oliveira
Família estava na aeronave.Família estava na aeronave.

Dois helicópteros da Base Aérea de Campo Grande buscam desde o início da manhã deste domingo o monomotor que caiu ontem, por volta das 8h, em Corumbá.

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A aeronave ainda não foi localizada, apesar de um outro avião civil ter visto os destroços no final da tarde de sábado, em uma região alagada, de difícil acesso, no meio do Pantanal.

Ainda na manhã de ontem, o piloto e dono do avião, Ricardo Jardim Almeida, 48 anos, havia pedido socorro via rádio. Ele, a família e dois funcionários decolaram às 5h20 de Campo Grande e seguiam para a fazenda Gertrudes.

No total, 22 pessoas participam das buscas que tiveram início no sábado, por volta das 11h. O trabalho seguiu até o fim do dia e, por conta da visibilidade, só foi retomado hoje.

São seis militares do Esquadrão Pelicano em cada helicóptero, todos especialistas em buscas e resgates. Outros 10 estão em uma aeronave modelo Amazonas, que presta apoio.

Segundo a assessoria de imprensa da FAB (Força Aérea Brasileira), em Brasília, as informações até agora são apenas da aeronave civil que sobrevoava o local ontem. Neste domingo, quando as equipes de busca chegaram as coordenadas indicadas, não encontraram os destroços. O acidente ocorreu perto da fazenda Mirador.

Os 5 ocupantes desaparecidos são Ricardo Jardim Almeida, a esposa Fernanda Braga dos Santos, a filha Valentine, a babá Micheli Dias e o gerente da fazenda da família, Rodinei Joca Monteiro. 

Valentine completou 1 anos e Fernanda estava grávida, no terceiro mês de gestação. Na próxima semana, Ricardo e a esposa completaria 4 anos de casamento. Até setembro deste ano, ela trabalhava no setor de marketing do Grupo Plaenge

A assessoria de imprensa da FAB considera remota a possibilidade de algum deles ter sobrevivido, porque a informação é de que o monomotor ficou totalmente destruído.

Os dados ainda são desencontrados. Hoje cedo, 3 funerárias de Campo Grande chegaram a ser acionadas para transportar os corpos da Base Aérea para o IMOL. Depois de cerca de 2 horas de espera, foram liberadas sem a previsão de desembarque das vítimas.




Aonde esta o Cindacta que nao sabe as coordenadas de onde o aviao sumiu da tela do radar? Dependem de informacoes de um piloto que sobrevoou o "local" e acha que viu alguma coisa? Tenha Santa paciencia!!!!!!!!!!!
 
Claudio Reis em 20/10/2013 13:07:06
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