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Campo Grande, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

05/08/2015 13:26

Festival de Inverno recebe 45 mil pessoas durante três dias de apresentações

Liana Feitosa
Foram 13 shows musicais realizados no palco da Praça da Liberdade com público de, em média, 33 mil pessoas, segundo a PM. (Foto: Divulgação / Governo do Estado)Foram 13 shows musicais realizados no palco da Praça da Liberdade com público de, em média, 33 mil pessoas, segundo a PM. (Foto: Divulgação / Governo do Estado)

Cerca de 45 mil pessoas acompanharam a programação da 16ª edição do Festival de Inverno de Bonito, na cidade que fica a 257 quilômetros de Campo Grande. Esse público conferiu shows musicais e atividades culturais entre 30 de julho e 2 de agosto.

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Foram 13 shows musicais realizados no palco da Praça da Liberdade com público de, em média, 33 mil pessoas, segundo a PM (Polícia Militar).

A primeira apresentação musical foi protagonizada pela cantora Delinha. Ela cantou após a abertura do festival. No mesmo dia o compositor Almir Sater e os cantores Sérgio Reis e Renato Teixeira também se apresentaram. Antes de que o show “Amizade Sincera” fosse finalizado, os três homenagearam Delinha em momento histórico do festival. Segundo a PM, 10 mil pessoas lotaram a praça para ver Delinha, Almir Sater, Renato Teixeira e Sérgio Reis.

Shows - Na sexta-feira (31), os sul-mato-grossenses Kuery Porã, Patrícia e Adriana, Chalana de Prata e Canto Guarani reuniram cerca de 6 mil pessoas. Muitos aproveitaram a noite para dançar durante as apresentações.

Já o sábado (1) registrou a noite de maior público do festival. Cerca de 13 mil pessoas concentraram-se na praça para assistir aos shows dos sul-mato-grossenses Kalu e Banda, e Chá Noise. Além deles, cantaram Curumin (SP) e Zeca Baleiro (MA). Além disso, a também sul-mato-grossense Marina Peralta participou do show de Curumin (SP) em duas músicas.

No domingo (2), a Orquestra Prelúdio, dirigida pelo maestro Eduardo Martinelli, e o espetáculo “Crianceiras”, comandado por Márcio De Camillo, atraíram 4 mil pessoas, finalizando a parte musical do festival.

Nesse dia, muitas famílias aproveitaram a programação, com pais, crianças e idosos. Muitos levaram as próprias cadeiras para assistir aos shows. A orquestra apresentou versões de canções regionais como “Sonhos Guaranis”, e também de clássicos de grandes nomes da música erudita.

 O festival também contou com oficinas, exposições, espetáculos, passeios, seminários e estandes espalhados pela Praça da Liberdade, que movimentou cerca de 12 mil pessoas. (Foto: Divulgação / Governo do Estado) O festival também contou com oficinas, exposições, espetáculos, passeios, seminários e estandes espalhados pela Praça da Liberdade, que movimentou cerca de 12 mil pessoas. (Foto: Divulgação / Governo do Estado)

Márcio De Camillo finalizou o festival com “Crianceiras”, que apresenta poemas de Manoel de Barros musicados.
Outras atividades

Atrações culturais - O festival também contou com oficinas, exposições, espetáculos, passeios, seminários e estandes espalhados pela Praça da Liberdade, que movimentou cerca de 12 mil pessoas.

Uma das atrações foi o Cinemania 3D, que recebeu 1.600 expectadores em dois dias para assistir ao filme ambiental “S.O.S Planeta Terra”. Também teve campeonato de skate no sábado, com participação de 100 atletas de Campo Grande, Bodoquena, Miranda e também de Bonito.

As oficinas de dança de rua, grafite e skate tiveram 95 participantes e as atividades coordenadas pela educadora Carol Jordão reuniu 530 crianças e adolescentes.

O festival também promoveu espetáculos de teatro, como “Bebê a Bordo”, “O Santo e A Porca” e “Meu Chapéu é o Céu”, que atraíram 1.150 expectadores segundo a organização. As apresentações dos grupos de dança Camalotes e Expressão de Rua foram assistidas por 750 pessoas.

Por fim, exposições de artes plásticas intituladas “O Pantanal e Sua História na Pintura Sul-mato-grossense” e “Comitiva Pantaneira”, além de coletiva de artistas de Bonito, atraíram cerca de 6 mil pessoas durante o festival.
Ainda durante o evento, foram montadas também A Tenda dos Saberes Indígenas e um estande chamado de Memória Fonográfica, do pesquisador musical Carlos Luz.




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