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28/03/2014 09:21

Hospital da UFGD faz primeira captação de órgãos do ano para transplante

Francisco Júnior
Equipe médica durante procedimento cirúrgico para captação de órgãos em hospital da UFGD. (Foto: Divulgação)Equipe médica durante procedimento cirúrgico para captação de órgãos em hospital da UFGD. (Foto: Divulgação)

O Hospital Universitário da UFGD (Universidade Federal da Grande Dourados), filial Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares), realizou na tarde de ontem (27) a primeira captação de órgãos do ano, sendo a sexta no período de quatro anos, conforme dados do DIDOHTT (Comissão Intra-hospitalar de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplante),

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A captação foi feita após autorização da família em um paciente de 32 anos, que teve a morte encefálica diagnosticada na terça-feira (25). Foram doados os rins e o fígado. O diagnóstico de morte encefálica, abordagem da família e os protocolos para captação e doação foram feitos pela equipe do Hospital Universitário; já o procedimento para retirada dos órgãos foi feita por uma equipe de Brasília.

A equipe responsável pela captação – formada por dois médicos e um enfermeiro – chegou ao HU/UFGD por volta das 13h e a cirurgia para retirada dos órgãos iniciou em seguida. Em quatro horas de cirurgia, rins e fígado foram retirados e encaminhados imediatamente para Brasília, onde seriam implantados nos pacientes receptores dentro de poucas horas. Após a cirurgia, o corpo do doador foi liberado à família para o funeral.

“O trabalho é árduo, mas garantir a satisfação de quem está na fila de espera por um transplante de órgãos não tem preço. Vale cada minuto de trabalho exaustivo dentro de uma Unidade de Terapia Intensiva”, avalia o médico diarista da UTI adulto do HU/UFGD, Ervin Eberhart Neto.

De acordo com ele, o processo para diagnóstico de morte encefálica para a captação de órgãos exige o cumprimento de uma série de protocolos bastante criteriosos, para os quais a equipe do HU/UFGD está bastante preparada. “A UTI adulto do HU é formada por uma equipe multidisciplinar, que precisa agir em grupo e de forma afinada para que a captação possa ser feita”, destaca o especialista.

Ele explica que a doação só pode ocorrer com autorização da família, após a realização de exames neurológicos que identifiquem a ausência de atividade cerebral – a chamada morte encefálica. Além disso, é necessário que o paciente não tenha doenças infecto-contagiosas, infecções ou alterações estruturais decorrentes de traumas ou acidentes, por exemplo.

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