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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

31/01/2014 14:51

Indígenas ocupam prefeitura em busca de gratuidade em transporte universitário

Bruno Chaves
Grupo teme ter que pagar por transporte intermunicipal (Foto: Marcos Tomé/Região News)Grupo teme ter que pagar por transporte intermunicipal (Foto: Marcos Tomé/Região News)

Pelo menos 100 pessoas, entre indígenas e assentados, ocuparam o prédio da Prefeitura de Sidrolândia – a 71 quilômetros de Campo Grande – em um protesto contra a suspensão do transporte de estudantes até Campo Grande. Eles querem a volta da gratuidade do transporte de universitários para a Capital.

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Segundo o cacique Genivaldo Campos, que coordena o movimento, cerca de 30 indígenas das aldeias Córrego do Meio e Lagoinha, da Reserva Buriti, estudam em universidades de Campo Grande e não têm condições de arcar com quase R$ 300 para pagar o transporte intermunicipal.

“Querem nos cobrar esse valor. Já é difícil nos mantermos estudando. Essa taxa vai impossibilitar os indígenas de fazer um curso universitário por causa da nossa baixa renda”, afirma.

Genivaldo conta que a gratuidade no transporte para alunos teve início em 2005. Segundo ele, no final do ano passado o atual prefeito anunciou o corte do benefício. “Nossa reivindicação é que volte a gratuidade para as aldeias da região”, pede.

Protesto – Os indígenas, com apoio de assentados, ocuparam o prédio do Executivo Municipal por volta das 14h. “Enquanto o prefeito não sair e conversar com a gente, dando uma resposta positiva, vamos permanecer aqui”, declara,

A reportagem do Campo Grande News procurou o prefeito Ari Basso por telefone, mas sem sucesso.

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Prefeito Basso trata a questão indígena como inimigo pessoal já que também é um fazendeiro e esses se consideram inimigo de índio.Ele esquece que é poder executivo municipal e como tal deve procurar benefícios a todos. O ato de cortar o passe dos estudante é mais uma represaria da sr Basso que outrora andou pedindo votos nas aldeias. Politico eleito é assim; depois de eleito, começa a cortar "despesas" aumenta impostos que é pra pagar os financiadores da campanha e quem sofre com isso são os mais necessitados, no caso os estudantes indígenas, que prometem ir de Sidrô a Capital a pé pelo asfalto, como forma de protesto pro mundo todo ver...acaso não tenham o beneficio de volta.
 
samuel gomes-campo grande em 01/02/2014 09:04:10
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