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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

20/05/2014 10:24

Líder de ocupação indígena baleado deixa aldeia sob escolta e está no DF

Aliny Mary Dias

O líder indígena Paulino Terena, 31 anos, baleado ontem (19) na aldeia Moreira, situada em Miranda, distante 201 quilômetros da Capital, não está mais em Mato Grosso do Sul. Protegido pelo Programa de Proteção a Defensores de Direitos Humanos da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República, Paulino foi levado para Brasília.

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Após ter alta médica no fim da manhã de ontem (19), o líder indígena foi escoltado por equipes da PRF (Polícia Rodoviária Federal) até Campo Grande, onde embarcou em voo com destino ao Distrito Federal. O embarque ocorreu por volta das 18 horas.

Segundo o advogado dos terena, Luiz Henrique Eloy, o programa de proteção da Secretaria de Direitos Humanas foi avisado sobre o atentado contra o indígena logo após o fato. Apesar de estar em Brasília, o destino final de Paulino não é divulgado pelo programa que atua em sigilo em casos que envolvem violência contra o protegido.

Caso - Edno Terena, líder da Aldeia Moreira, explica que um grupo foi até a casa de Paulino durante a madrugada e invadiu o imóvel. Vários tiros foram disparados contra o homem que foi atingido na perna por um dos projéteis.

Ferido, Paulino foi socorrido por uma ambulância do Hospital Municipal de Miranda e encaminhado para a unidade. O indígena foi medicado e teve alta no fim da manhã. Essa foi a segunda ação contra Paulino. Em dezembro do ano passado, o indígena teve a casa e o carro incendiados.

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Por saber que não vão dar conta em esclarecer o atentado, as autoridades levaram Paulino pra Brasilia. Tiraram-lhe o direito de ir e vir quando deveriam fazer uma caçada em busca dos autores do crime. As lideranças indigenas estão temerosos de serem assassinados ou então serem detidos e transferidos para Brasilia, deixando os "poderosos" latifundiarios livres pra agirem.
 
Samuel Gomes em 20/05/2014 12:16:20
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