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Campo Grande, Sábado, 10 de Dezembro de 2016

23/01/2015 21:12

Mãe leva bebê sangrando a hospital particular, mas não consegue atendimento

Liana Feitosa

A vendedora Rozineide de Souza Santos Paiva, de 33 anos, não conseguiu atendimento para o filho, de 11 meses, na noite deste domingo (18) no hospital da Cassems (Caixa de Assistência dos Servidores do Estado de Mato Grosso do Sul) de Coxim, município a 260 quilômetros de Campo Grande.

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Segundo o jornal Edição MS, o bebê teve as duas mãos cortadas em uma garrafa, mas, apesar dos cortes sangrarem muito, a atendente do hospital não forneceu atendimento à criança, segundo a mãe ao jornal.

Rozineide explicou que, desesperada com a situação do filho, saiu de casa sem levar bolsa, celular ou documentos, inclusive a carteirinha do plano de saúde. Até mesmo calçado ela não tinha nos pés.

Hospital público - Ainda de acordo com o jornal, depois de discutir com a funcionária que fazia o atendimento, muito nervosa a vendedora colocou o filho dentro do carro e seguiu para o Hospital Regional Álvaro Fontoura, onde o bebê recebeu atendimento.

Conforme o Edição MS, a vendedora pretende fazer uma reclamação por escrito à Cassems. “É falta de amor ao próximo. Como uma pessoa pode ser indiferente a um bebê sangrando?”, desabafou em entrevista ao jornal. O filho de Rozineide passa bem.

Ao Campo Grande News a Cassems explicou que não houve negação de atendimento. "Em casos de pacientes sem documentos, o beneficiário precisa assinar um documento quando dá entrada no hospital. Então, após feito o atendimento, é que se cuida da parte burocrática", explica.

"Em nenhum momento foi negado atendimento, no entanto, como se tratava de uma criança, é obrigatório que alguém assine um termo de responsabilidade sobre o paciente porque se trata de alguém que não responde por si. Esse procedimento é adotado, inclusive, para prevenir problemas caso a criança tenha alguma alergia, por exemplo", afirma a Cassems.

"Portanto, isso não caracteriza que a criança não foi atendida, a responsável pela criança apenas se recusou a assinar o documento", finaliza.

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