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Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

01/03/2012 17:45

Maníaco da Cruz deve ficar em hospital psiquiátrico, decide Tribunal de Justiça

Marta Ferreira
Maníaco está na Unei de Ponta Porã. (Foto: João Garrigó)Maníaco está na Unei de Ponta Porã. (Foto: João Garrigó)

O Tribunal de Justiça manteve hoje a decisão de primeira instância que determinou a interdição e internação compulsória em hospital psiquiátrico de Dhionatan Celestrino, de 19 anos, que ficou conhecido como Maníaco da Cruz após matar três pessoas em 2008, em Rio Brilhante. A decisão, desta tarde, é da 5ª Câmara Civel do Tribunal, ao analisar recurso apresentado pelo Estado de Mato Grosso do Sul contra a decisão.

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No recurso , o Estado alegou que não existe laudo médico que caracterize os motivos da internação psiquiátrica. Além disso, alega que a presença do interditando nos hospitais psiquiátricos existentes no Estado importaria em risco aos funcionários e aos demais internados.

Outro argumento é que ainda que não existem provas da insanidade de Dhionatan, bem como da urgência psiquiátrica para que seja concedida a antecipação de tutela. Alegação apresentada pelo estado é que é ilegal a prisão do doente ou deficiente mental em processo civil de interdição.

O relator do processo, desembargador Júlio Roberto Siqueira Cardoso, em decisão monocrática anterior, havia decidido pela suspensão da decisão da juíza até o julgamento do mérito, que ocorreu hoje.

O Ministério Público Estadual, em sua manifestação, alegou que a ação havia perdido o objetvo, pois houve o exame médico pericial que atestou a “anomalia do paciente”.

Sobre isso o relator entendeu que “o laudo médico psiquiátrico, juntado posteriormente à interposição do presente recurso não retira ao todo o interesse da parte agravante em reformar a decisão objurgada, uma vez que o recurso intentado não combate apenas a ausência da perícia, cabendo ao julgador reconhecer a perda do objeto apenas com no que diz respeito à alegação da falta de laudo pericial”.

Dessa forma, o relator disse que houve perda do objeto somente quanto a alegação de falta do laudo pericial elaborado por médico psiquiatra pois o laudo foi juntado aos autos.

Quanto ao mérito, o relator salientou, em um primeiro momento, que a decisão a ser tomada pela 5ª Câmara Cível trata apenas da concessão de decisão provisória da primeira instância. Ou seja, resta ainda o julgamento do mérito deste processo que tramita na comarca de Ponta Porã.

Dhionatan ficou três anos na Unei (Unidade Educacional de Internação) de Ponta Porã, prazo máximo permitido para internação de adolescentes.

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só lamento p/ os funcionarios do hospital kkkkkkkkkkk
 
duarte em 02/03/2012 10:56:32
LEGAL COLOCAR ELE NUM HOSPITAL PSIQUIATRICO, EXISTE UM REMÉDINHO ALCALOIDE NATURAL ESTRAIDO DE PLANTAS É AMARGO MAS APLICADO EM FORMA INJETAVEL É INDOLAR . O NOME DESSE REMEDINHO É ESTRICNINA, PODE DAR PRA ELE QUE RESOLVE TODO PROBLEMA
 
JORGE MARIO em 01/03/2012 10:30:27
eeee beleza que é a justiça,,, intaum quer dizer que podemos porai matando e depois afirmarmos que somo "doentes mentais", olha que coisa mais linda, que vai ser o futuro aqui no Brasil,,,, e ae como fica as familias das pessoas que foram assassinadas por esse estrume da natureza,,,, sera que as outras familias que moram aqui em Rio Brilhante vão se sentir seguras com essa injustiça???????
 
joao santos em 01/03/2012 10:11:50
Quer dizer que matar três e ter aquela ideologia do capeta não são fatores de ameaças constantes? Ele sem gente armada ao redor, ele matará novamente! Um traste desse não tem conserto e tem gente que faz burocracia para defendê-lo. Então que leve-o para casa se está com dó. Não é mesmo, pessoal? Quero saber se esses burocratas do crime estão cuidando das famílias das vítimas.
 
Cristiano Arruda em 01/03/2012 09:10:41
Parabéns aos desembargadores, principalmente ao relator Dr Julio, pela excelente decisão.
 
Helio Souza em 01/03/2012 07:38:29
Sensata, no mínimo muito sensata a decisão do tribunal de Justiça. Bom seria que para tais casos nossa legislação penal previsse a pena de morte ou prisão perpétua.
 
Fernando Silva em 01/03/2012 06:49:12
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