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Campo Grande, Sexta-feira, 09 de Dezembro de 2016

27/07/2015 10:19

Moradores voltam a se reunir com a Caixa e querem ocupar casas inacabadas

Famílias contempladas com moradias no Residencial Dioclécio Artuzi III vão encaminhar abaixo-assinado à presidência do banco

Helio de Freitas, de Dourados
Famílias que esperam moradias em residencial do “Minha Casa, Minha Vida” lotam auditório da prefeitura (Foto: Eliel Oliveira)Famílias que esperam moradias em residencial do “Minha Casa, Minha Vida” lotam auditório da prefeitura (Foto: Eliel Oliveira)

Centenas de pessoas estão reunidas na manhã desta segunda-feira (27) no auditório do Centro Administrativo Municipal de Dourados, a 233 km de Campo Grande, e voltam a cobrar autorização da Caixa Econômica Federal para ocuparem as moradias do Residencial Dioclécio Artuzi III, construído pelo programa “Minha Casa, Minha Vida”.

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As 450 unidades estão em construção há três anos e deveriam ter sido entregues em 2014. Em abril deste ano, as casas foram invadidas por famílias sem-teto, que ficaram um mês no residencial e só saíram após determinação da Justiça.

As famílias sorteadas em dezembro de 2013 para receberem as casas temem nova invasão e querem que a Caixa autorize a entrada dos contemplados mesmo com as obras inacabadas. A maioria das casas está em fase de acabamento.

Durante a reunião de hoje na prefeitura, os contemplados vão elaborar um abaixo-assinado, a ser enviado à presidência da Caixa, em Brasília, solicitando autorização para a ocupação das moradias.

No mês passado o MPF (Ministério Público Federal) instaurou inquérito civil para investigar atraso na entrega das casas. Cleide Mara da Silva, Elizabett Aparecida Felisberto Dias e outras 29 pessoas procuraram o MPF e relataram que a entrega estava prevista para setembro do ano passado, mas foi prorrogada por três vezes sem que as famílias tenham sido autorizadas a ocupar as unidades. O inquérito é conduzido pelo procurador da República Manoel de Souza Mendes Junior.




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