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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

28/06/2013 07:45

MST fecha trechos da BR-163 e planeja interdições em 7 pontos do Estado

Aliny Mary Dias e Francisco Júnior

O MST (Movimento Sem Terra) planeja bloquear oito pontos de rodovias de Mato Grosso do Sul nesta sexta-feira (28). A PRF (Polícia Rodoviária Federal) já registra o bloqueio de dois pontos na BR-163 entre Itaquiraí e Naviraí e o segundo em Anhaduí, distrito de Campo Grande.

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Uma das coordenadoras do movimento no Estado, Tiliana Brunetto, afirma que os pontos previstos são: Vale do Ivinhema, Aquidauana, Nioaque, Dois Irmãos do Buriti, Corguinho.

As interdições reivindicam um pacote de itens entre eles reforma política, reforma agrária, contra impunidade de crimes cometidos contra negros e índios, melhor qualidade de transporte nas cidades e no campo, rápida solução dos problemas dos acampados e assentados, liberdade democrática e dos direitos dos trabalhadores do campo e das cidades.

O coordenador estadual do MST, José de Oliveira, afirma que os bloqueios acontecem em apoio aos protestos nacionais contra corrupção, a favor das demarcações de terras indígenas e reforma agrária.

Movimentos sociais das regiões e dos camponeses também participam das interdições. José afirma que a previsão é que 800 pessoas participem do protesto no trecho de Naviraí. Em Anhaduí não há previsão de quantidade de pessoas.
Conforme a PRF, não há registro de congestionamentos nos dois pontos já confirmados.




Já tá virando ``baderna``. Tem sempre alguém querendo se aproveitar da situação. Pessoal, cade o direito do cidadão de ir e vir. Nesse caso, para quem viaja, tem que ficar dependente desse pessoal que bloqueia as rodovias, poxa, isso não é justo, todos tem que ter o seu direito, mas respeitando o direito dos outros. Policia, tem que intervir, proteger e fazer cumprir a lei, mas que seja cumprida para todos sem distinção. Manifestantes tem que respeitar o direito dos outros.
 
vandro pinto em 28/06/2013 09:02:14
Esse negocio de interditar estradas, ruas e repartições públicas já passou dos limites. Não deixa de ser uma tática terrorista ou seja, chamar a atenção na marra através de algum dano causado à sociedade. Se a reivindicação é justa e razoável, existem meios democráticos para se reivindicar através das entidades de classe, legislativo, etc.
Que sirva de exemplo a manifestação dos produtores rurais em Nova Alvorada contra as invasões de terra, feita de maneira pacífica, sem prejudicar ninguém não bloquearam nenhuma estrada, sem confrontos nem violência. Chega de enfiar goela abaixo da sociedade toda, os problemas de cada grupo. A fila de protestos é grande e o Brasil tem que parar para dar atenção. Um termina outro começa...
 
Paulo Lemos em 28/06/2013 08:25:44
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