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26/09/2014 11:04

Operação da PF contra o tráfico apreendeu mais de R$ 800 mil em escritório

Francisco Júnior
Dinheiro apreendido em escritório. (Foto: Diário Corumbaense)Dinheiro apreendido em escritório. (Foto: Diário Corumbaense)

A operação “Navajo” desencadeada ontem (25) pela Polícia Federal em combate ao tráfico de drogas, apreendeu mais de R$ 800 mil reais em um escritório em Corumbá. Além da cidade sul-mato-grossense, ação também foi realizada em municípios dos Estados de Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso e São Paulo.

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A operação, coordenada pela polícia e a Justiça Federal da cidade mineira de Uberlândia, visou desarticular uma quadrilha suspeita de tráfico internacional de drogas. Mais de 200 policiais federais cumpriram 26 mandados de busca e apreensão e 26 mandados de prisão preventiva nos cinco Estados. No total, foram presas 22 traficantes, sendo 14 em flagrante.

De acordo com o site Diário Corumbaense, no escritório em Corumbá os agentes federais apreenderam quatro veículos, sendo 3 carros e uma motocicleta e R$ 253.570,00 reais e US$ 234.380,00 dólares, além de diversos documentos e equipamentos de navegação aérea. Em Campo Grande, foram apreendidas três aeronaves.
Uma lancha, avaliada em 300 mil reais, e vários imóveis, dentre eles fazendas em Minas Gerais e Goiás também estão entre os itens apreendidos pela polícia.

Conforme a investigação, a organização criminosa estava associada a traficantes bolivianos e introduzia a droga em território brasileiro por meio de aeronaves, que pousavam clandestinamente em pistas rurais no Triângulo Mineiro e no sul goiano. O grupo também é acusado de cometer vários crimes violentos, como homicídios em decorrência do tráfico de drogas. Dentre os investigados, três são bolivianos e tiveram prisão decretada, passando a PF a contar com o apoio da Interpol para prendê-los em território estrangeiro.

Os presos serão conduzidos ao presídio Jacy de Assis em Uberlândia/MG e responderão pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, tráfico internacional de drogas e organização criminosa, podendo ser condenados a até 49 anos de reclusão.




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