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Campo Grande, Sexta-feira, 02 de Dezembro de 2016

14/06/2013 07:48

Parada Rural quer reunir 7 mil e pode fechar ponte na divisa com Paraná

Aline dos Santos

À espera de sete mil pessoas, os fazendeiros realizam dois protestos contras as invasões de terra por indígenas nesta sexta-feira. Com o nome de Parada Rural, a primeira ação será na divisa entre Mato Grosso do Sul e Paraná.

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De acordo com o presidente da Acrissul (Associação dos Criadores), Francisco Maia, a ponte Ayrton Senna, entre Mundo Novo e Guaíra, na BR-163, provavelmente será fechada. O protesto tem o reforço dos produtores rurais paranaense.

“No Paraná, são 13 áreas de pequenos produtores invadidas”, afirma. A expectativa é que o protesto reúna três mil pessoas. A mobilização, que começa às 8h, é realizada em parceria com a Fenapec (Frente Nacional da Pecuária)

A outra frente de protesto será em Nova Alvorada do Sul, no entroncamento entre as BRs 163 e 267. Os manifestantes irão distribuir panfletos informativos e pacotes de sementes de hortaliças.

No local, engrossam a iniciativa a senadora e presidente da CNA (Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil), Kátia Abreu, e o deputado federal por Goiás, Ronaldo Caiado (DEM).

O conflito fundiário se agravou no Estado no mês de maio. Índios invadiram a fazenda Buriti, em Sidrolândia. A ação de reintegração de posse resultou na morte do terena Oziel Gabriel, de 35 anos.

Reivindicada pelos terenas, a terra indígena Buriti fica localizada entre os municípios de Sidrolândia e Dois Irmãos do Buriti. Em 2001, a Funai aprovou o relatório de identificação da área.

No mesmo ano, fazendeiros recorreram à Justiça para anular a identificação antropológica. Em 2004, decisão judicial foi favorável aos produtores. Dois anos depois, com nova decisão no TRF 3 (Tribunal Regional Federal da 3ª Região), a terra voltou a ser reconhecida como indígena.

Somente em 2010 o Ministério da Justiça declarou que a área pertencia aos terenas. Os próximos passos seriam a demarcação física da reserva e homologação da presidente da República. No entanto, no ano passado, o processo voltou a ser suspenso por decisão judicial favorável aos fazendeiros.




Sei lá, a bem da verdade eu não sou índio e nem descendente e muito menos PRODUTOR RURAL.. mas a bem da verdade, eles - os produtores - estão fazendo esse movimento em nome da PAZ NO CAMPO.. sim concordo plenamente... mas PERAÍ.. PERAÍ... quantos índios já morreram até o momento nos últimos dias? e quantos foram baleados? E QUANTOS FAZENDEIROS OU PRODUTORES RURAIS FORAM MORTOS OU BALEADOS? CONTINUO AFIRMANDO QUE TEM BANANA COMENDO MACACO!! Mas vamos que vamos.... e continuo aqui na praça dando milho aos pombos
 
Gilson Giordano em 14/06/2013 09:12:25
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