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Campo Grande, Terça-feira, 06 de Dezembro de 2016

30/07/2011 10:19

Polícia conclui inquérito sobre morte de garota e Justiça liberta acusados

Nadyenka Castro

Vanessa foi morta em 2006

Vanessa tinha 15 anos quando foi morta. Vanessa tinha 15 anos quando foi morta.

No mesmo dia em que a Polícia Civil concluiu as investigações sobre a morte de Vanessa Ferreira da Silva Nunes, que desapareceu em 12 de dezembro de 2006, quando tinha 15 anos, em Costa Rica, a Justiça colocou em liberdade dois dos três acusados pelo crime. A conclusão e a soltura foram nessa sexta-feira

Vanessa teria sido morta, de acordo com o relatório final das investigações, porque mantinha um relacionamento amoroso com Robson Mendes de Oliveira, 27 anos, um dos principais suspeitos do crime e estaria grávida dele. Para assinar a jovem, Robson teria contado com a ajuda da mulher dele, Inácia Campos, 35 anos e de Celso Maldaner dos Santos, 53 anos.

“As investigações apontaram que trata-se de um crime passional. Vanessa foi morta, por asfixia, na casa de Robson e Inácia no Vale do Amanhecer, onde provavelmente foi enterrada. Dias depois o corpo da jovem teria sido tirado do local e jogado no terreno onde foi construído o Centro de Eventos Ramez Tebet”, informa Cleverson ao site Costa Rica em Foco.

O relatório final do inquérito tem elementos suficientes para condenar os três acusados, de acordo com o delegado Cleverson, em entrevista ao site do município.

Na conclusão das investigações o delegado relata que ficou provada a existência dos crimes de homicídio qualificado, ocultação de cadáver e aborto e que os responsáveis por tais práticas são Robson Mendes de Oliveira, Inácia Campos e Celso Maldaner dos Santos. “Agora é esperar que os três sejam levados a júri e condenados pelos crimes que cometeram”, finaliza o delegado Cleverson.

Liberdade -O juiz de Cassilândia, Sílvio Cezar do Prado, que responde pela 1ª Vara Criminal de Costa Rica, concedeu ontem (29) liberdade a Robson e Celso Maldaner dos Santos, 53 anos, mais conhecido por “Gaúcho”, principais acusados pelo desaparecimento e morte da adolescente, alegando excesso de prazo nas investigações.

Conforme reportagem publicada pelo site Costa Rica em Foco, os dois estavam presos desde o dia 25 de abril deste ano e chegaram a ter o pedido de habeas corpus negado, por unanimidade pelo Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul, no final do mês passado.

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Gostaria de saber o motivo do juiz de Cassilândia ter concedido liberdade aos acusados. E fica a pergunta: A alegação de excesso de prazo nas investigações invalida o inquérito policial? Estes acusados em liberdade são de alta periculosidade? E quanto a testemunhas, elas não poderiam ser intimidadas pelos acusados? Essa moça era uma menor. Este crime não está tipificado como formação de quadrilha e hediondo? Se for crime hediondo, por quê os acusados estão em liberdade?
 
Alexandre Silveira Leite em 30/07/2011 01:04:53
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