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17/05/2011 10:50

Polícia pode ouvir novamente pivô de confusão em que PM foi morto

Marta Ferreira
Delegado conversa com advogado de policial após depoimento. (Foto: Dourados Agora)Delegado conversa com advogado de policial após depoimento. (Foto: Dourados Agora)

O delegado de Polícia Civil Humberto Peres de Lima pode voltar a ouvir a guarda municipal de Dourados Zilda Ramires, 44 anos, no inquérito em que o policial federal Leonardo de Lima Pacheco, 38 anos, foi indiciado pela morte do policial militar Sandro Morel e pela tentativa de homicídio conta outro PM, José Pereira, ocorridas no dia 8 de maio.

Zilda já prestou depoimento, no dia do crime, mas diante do depoimento de ontem do agente da polícia federal, foram evidenciadas divergências na versão contada pela guarda e por ele para o que aconteceu no prédio onde Leonardo mora. A dúvida principal é sobre quem atirou primeiro e ainda se houve identificação por parte do policial militar, como garantiu Zilda.

O policial afirmou que agiu em legítima defesa, que não houve identificação e que primeiro foi atingido por um disparo por parte de Sandro Morel, que, junto com Zilda e José Pereira, foi até o apartamento de Leonardo para investigar a suspeita da guarda de que ali morava um traficante.

Essa suspeita surgiu de uma conversa de Zilda com Leonardo na internet, em que ele propôs a ela um encontro sexual e ela exigiu saber a profissão dele para poder ir ao local.

O policial federal disse ao delegado que chegou a perder o interesse por Zilda quando ela condicionou o encontro ao pagamento de um valor e que disse ser traficante até para que ela desistisse, o que não aconteceu. O relato dele é que, ao contrário disso, a guarda se mostrou mais interessada e não reprovou a suposta profissão.

Encaminhamento - O depoimento durou 5 horas. O delegado disse que agora os interrogatórios serão confrontados e, se necessário, tanto Zilda quanto o outro policial serão ouvidos novamente.

Ele também aguarda os resultados da balística e da perícia nos computadores do agente e da guarda municipal.

Ela está afastada dos serviço, pela corporação e por ter apresentado atestado médico, e responde a sindicância. Ele também responde a sindicância, mas não foi afastado do trabalho, embora não tenha voltado ainda por causa do ferimento a bala que sofreu.

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com certeza qdo nao ha invetigação minuciosa da policia civil, tem algo de errado nessa historia vou acompanhar para ver no que dara.
 
silvio silveira souza em 20/05/2011 05:53:00
É em toda essa estória quem levou a pior foi o policial militar, por falha de comunicação entre as instituição, primeiramente teria que haver uma investigação sumária sobre a denúncia.
Que isto sirva de exemplo, falta de preparo e planejamento na tarefa a ser executada, pois existe a informação e a contra-informação.
 
EDSON VARGAS DE LIMA NETO em 17/05/2011 12:17:29
essa guarda municipal é a principal culpada de tudo, querendo dar uma de espertalhona, não é serviço dela preender traficando, e ainda se passar por garota de programa, podia ser ele que deveria ter levado um tiro, burra.
 
eduardo cristiano em 17/05/2011 05:54:59
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