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26/09/2014 11:22

Polícia suspeita que detentos do semiaberto planejaram assalto a joalheria

Helio de Freitas, de Dourados
Luiz Paulo Dambroski em foto divulgada numa rede social; assalto, tráfico e ligação com PCC (Foto: Reprodução/Facebook)Luiz Paulo Dambroski em foto divulgada numa rede social; assalto, tráfico e ligação com PCC (Foto: Reprodução/Facebook)

O assalto à joalheria localizada na Avenida Hayel Bon Faker, no centro de Dourados, ocorrido na tarde de quarta-feira, pode ter sido planejado dentro do presídio semiaberto, onde três dos sete acusados presos cumprem pena. A polícia aponta Luiz Paulo Dambroski como o mentor do crime e líder do grupo preso horas após o roubo.

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Luiz Paulo Dambroski é natural de Camboriú (SC) e cumpre pena por tráfico de drogas em Dourados depois de ter sido preso na fronteira com o Paraguai. Primeiro passou pela Phac (Penitenciária Harry Amorin Costa) e agora está no semiaberto. Segundo a polícia, ele faz parte de duas organizações criminosas que agem em presídios – Primeiro Comando da Capital e PGC (Primeiro Grupo Catarinense). Dambroski nega ligação com esses grupos.

Outros dois internos do regime semiaberto foram presos pelo assalto à joalheria – os douradenses Cleiton Azevedo Cândido, 21, condenado porte de arma, e Jamerson Sidney Pereira, 22, que cumpre pena por roubo. Cleiton tinha sido preso em janeiro de 2013 com um revólver 38 e confessou na época que estava armado para matar o ex-namorado de sua mãe. Dois meses depois foi acusado de participação em vários assaltos em Dourados e voltou a ser preso.

Jamerson Sidney Pereira cumpre pena por assalto, ocorrido em 2012. Em maio daquele ano, Jamerson e outros dois comparsas, todos encapuzados invadiram a residência do maestro douradense Adilvo Mazzini e dominaram o proprietário e outras três pessoas. Sob a mira de armas, a família foi obrigada a entregar dinheiro, celulares e bolsas. Todos foram deixados trancados no banheiro.

Dos outros quatro acusados do assalto à joalheria que foram presos em Dourados, André Firmino da Silva, 21, já tinha cumprido pena por porte de arma e tráfico de drogas. Os outros três presos são Leandro Dutrelo Petrieti, 27, também com passagem por porte de arma e homicídio, Ronaldo Chaves Martini, 21, e um adolescente de 17 anos, esses dois sem ficha na polícia.

Segundo a polícia, Luiz Dambroski e André pilotaram as duas motos usadas no assalto e ficaram do lado de fora enquanto Cleiton e Leandro entraram na joalheria, um deles armado, e dominaram o comerciante e um vendedor.

Do local a quadrilha levou 15 relógios do estoque, três relógios de clientes, 40 envelopes com peças de clientes, 80 peças de semijóias, uma pulseira, um pingente, um telefone celular e R$ 600 em dinheiro.

Jamerson ficou responsável em vender o material roubado e Ronaldo Martini escondeu a arma. Quando soube que a polícia estava atrás do bando, ele entregou a arma para o adolescente.

O delegado titular do SIG (Serviço de Investigações Gerais) Adilson Stiguivitis, disse que um dos motivos que levaram a polícia a chegar rápido aos assaltantes foi o fato de Dambroski ter usado a sua motocicleta no roubo. Além disso, a polícia recebeu denúncias contra o grupo e agora investiga a ligação deles com outros assaltos ocorridos na cidade.

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