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Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

04/03/2015 10:58

Ponte terá segunda etapa de obras em 15 dias, sem interrupção no trânsito

Caroline Maldonado
Após a colisão com barcaças, estrutura ficou com vão de 20 centímetros (Foto: Divulgação/Concessionária Porto Morrinho)Após a colisão com barcaças, estrutura ficou com vão de 20 centímetros (Foto: Divulgação/Concessionária Porto Morrinho)
Com primeira etapa de obras, estrutura voltou ao normal (Foto: Divulgação/Concessionária Porto Morrinho)Com primeira etapa de obras, estrutura voltou ao normal (Foto: Divulgação/Concessionária Porto Morrinho)

A ponte sobre o Rio Paraguai, em Corumbá, a 419 quilômetros de Campo Grande, passará pela segunda etapa de obras daqui 15 dias. Há mais de seis meses, a estrutura foi atingida por um comboio de barcaças, que abriu um vão de 20 centímetros. O trânsito ficou restrito para caminhões de seis eixos, mas foi liberado em dezembro do ano passado.

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Agora, a empresa contratada pela concessionária responsável pela ponte revestirá o bloco de fundação contra a infiltração de água, nos locais onde ocorreu o choque. A obra deve se estender por quatro meses e não há risco algum para que passa pelo local, segundo o diretor técnico da concessionária Porto Morrinho, Wolney Freire. “Não há quaisquer danos ou partes da ponte, afetadas pelo acidente, que possam comprometer a segurança dos usuários”, comentou.

Segundo Wolney, em janeiro foi realizada a inspeção subaquática, por empresa especializada. Conforme a Exata, projetista da recuperação da ponte, não foram identificados danos que possam comprometer a segurança no local. Nessa segunda etapa de obras, o bloco de fundação será envolvido com uma nova camada de 15 centímetros de concreto para evitar infiltração de água.

A empresa Exata, com sede em São Paulo, é responsável desde 2009 pela vistoria e acompanhamento das estruturas da ponte e fez os reparos após outra colisão de comboios, ocorrida em maio de 2011.

Proteção - Em setembro de 2014, o Governo do Estado decretou situação de emergência, com o objetivo de conseguir a liberação de R$ 4 milhões do Governo Federal para reconstrução de um dolfin danificado, uma estrutura para proteger a ponte de acidentes futuros. A obra foi anunciada pela Seop (Secretaria de Obras, Transportes e Serviços Públicos).

Em dezembro, a superintendência do Dnit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) em Mato Grosso do Sul informou ao Campo Grande News que estava em fase de elaboração edital para contratação do serviço, na modalidade RDCI (Regime Diferenciado de Contratação Integrada). Há pouco mais de suas semanas, a reportagem solicitou informações sobre o edital, mas não houve retorno até então.




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