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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

23/04/2015 15:45

Por sugestão de petista, Câmara faz debate sobre doações e corrupção

Audiência pública da Câmara de Dourados vai reunir representantes da sociedade para discutir reforma política, no dia 29

Helio de Freitas, de Dourados
Vereador petista Elias Ishy propôs audiência do dia 29 que vai debater a reforma política (Foto: Divulgação)Vereador petista Elias Ishy propôs audiência do dia 29 que vai debater a reforma política (Foto: Divulgação)

A Câmara Vereadores de Dourados, cidade a 233 km de Campo Grande, realiza no dia 29 deste mês, próxima quarta-feira, uma a audiência pública para discutir com a sociedade um tema bastante recorrente no Brasil: as doações de campanhas eleitorais e a corrupção. Marcada por sugestão do vereador Elias Ishy, filiado ao Partido dos Trabalhadores, a audiência vai debater “Reforma política: doações para campanhas eleitorais x corrupção”.

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De acordo com a Câmara da segunda maior cidade de Mato Grosso do Sul, o objetivo da audiência é proporcionar à sociedade douradense um espaço de debate sobre a reforma política em discussão no Congresso Nacional, focando as consequências de doações que financiam as campanhas eleitorais e que interferem na representatividade da sociedade nos parlamentos do país.

O palestrante será o professor-doutor Marcello Lavenère, que foi presidente do Conselho Federal da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) de 1991 a 1993, professor de direito civil da Universidade Federal de Alagoas e da Universidade de Brasília, membro da Secretaria Executiva da Coalizão pela Reforma Política Democrática e membro desde 2011 da Comissão Brasileira de Justiça e Paz – CNBB.

Já confirmaram presença como debatedores Antonio Nogueira, presidente da Associação Comercial e Empresarial de Dourados, Dom Redovino Rizzardo, bispo diocesano de Dourados, Felipe Azuma, presidente da 4ª Subseção da OAB, e Gleice Jane Barbosa, coordenadora do Comitê de Defesa Popular de Dourados.

Conforme o vereador Elias Ishy, a audiência pública vai contribuir com o debate no momento de votação da reforma política, pois na sua avaliação o Congresso deve atender aos anseios da sociedade brasileira.

“Está comprovado que o atual modelo de financiamento de campanhas políticas por grandes empresas é mascarado como supostas doações, quando na verdade é a principal porta para a corrupção. Fazer uma reforma política que não proíba o uso de dinheiro proveniente de empresas será ineficaz no combate à corrupção e na garantia da ampla representatividade da sociedade brasileira nos parlamentos”, afirmou o vereador.




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