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Campo Grande, Segunda-feira, 05 de Dezembro de 2016

03/11/2011 17:05

Prefeitura vai revitalizar e cercar áreas ambientais desocupadas em Dourados

Da Redação
Barracos e casas construídos em áreas de preservação foram destruídos após remoção de moradores. foto: A. Frota
Barracos e casas construídos em áreas de preservação foram destruídos após remoção de moradores. foto: A. Frota

A Prefeitura de Dourados vai revitalizar e cercar todas as áreas ambientais antes ocupadas por famílias que viviam em barracos e que foram transferidas para o residencial Martim Cristaldo (Estrela Tovy), inaugurado pelo prefeito Murilo no dia 25 de outubro.

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Após a transferência, pelo menos cem barracos e algumas casas de alvenaria foram derrubados nesses locais, considerados impróprios para moradia. É o caso do Jardim Clímax, onde famílias viviam às margens do Córrego Água Boa – do Jardim Guaicurus, Jardim dos Estados, Vila Bela e Sitioca Campina Verde.

A assistente social do setor de Habitação e responsável pelo PAC (Plano de Aceleração do Crescimento) Márcia Cristina Martins Vilar, explica que no Jardim Clímax, além dos barracos, existiam algumas casas de alvenaria. As famílias que moravam nas casas foram indenizadas pela prefeitura. Em alguns casos, elas fizeram acordo de permuta – em troca receberam uma casa no novo residencial.

Das 47 edificações existentes no local, a maioria era formada por barracos que já foram destruídos após a transferência das famílias. Às margens do Córrego Água Boa está sendo construída uma via de acesso à região sul da cidade, o que vai facilitar o fluxo de veículos. A área ambiental em torno do córrego será cercada.

Nos outros bairros onde existiam apenas barracos, a exemplo do Clímax, as moradias improvisadas também foram destruídas após saída das famílias. As áreas ambientais serão cercadas para que não haja novas invasões. Só na Vila Bela existiam cerca de 20 barracos de famílias que viviam em área considerada de risco extremo, dentro de área ambiental. Com as chuvas, constantemente os barracos ficavam alagados, trazendo risco e desconforto aos moradores.

A assistente social lembra que no caso da Sitioca Campina Verde, onde algumas famílias viviam em barracos e foram transferidas para o residencial Martim Cristaldo, a edificação foi destruída e a área será devolvida ao proprietário. Ela explica que neste caso havia um acordo feito entre a prefeitura e o proprietário há alguns anos, até que as famílias pudessem ser transferidas para outro local.

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