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Campo Grande, Domingo, 04 de Dezembro de 2016

25/10/2011 17:19

PRF culpa falta de efetivo por fechamento de posto em fronteira

Ana Paula Carvalho

Posto fica na ponte sobre o rio Paraguai, na fronteira do Brasil com a Bolívia

O superintende da Polícia Rodoviária Federal de Mato Grosso do Sul, inspetor Ciro Vieira Ferreira, apontou, nesta terça-feira, a falta de efetivo como causa para o fechamento da posto que fica na ponte sobre o Rio Paraguai, na fronteira entre o Brasil e a Bolívia.

De acordo com ele, o efetivo não é o ideal e, por conta disso os policiais fazem apenas rondas na região e participam de operações.

O Ministério público Federal solicitou à Justiça que o posto seja reativado e que funcione 24h por dia, além de pedir que o efetivo seja de 24 policiais para atender a demanda.

O superintendente negou que o posto esteja desativado. Segundo ele, como os policiais estão realizando rondas, a base foi fechada para reforma. “A princípio, ele está sendo reformado para que futuramente tenha condições de oferecer atendimento”, afirma.

De acordo com o Inquérito civil instaurado para investigar a desativação do Posto da Ponte, o MPRF apurou drástica defasagem de policiais para a fiscalização na fronteira.

Segundo o órgão, em apenas cinco anos a 3ª Delegacia de PRF de Anastácio/MS, cuja circunscrição abrange Corumbá, teve uma redução de quase 50% de seu efetivo. Em 2006 eram 57 policias e este ano apenas 33 atendem a demanda de toda a região.

Para o superintendente, o efetivo não é o ideal em todo o Estado e a baixa é por conta de vários fatores. “Aposentadoria, afastamentos, adequação do efetivo nacional e a falta de reposição regular” são alguns deles.

Agora a PRF aguarda a decisão da Justiça Federal, que decidirá se acata ou não o pedido MPF, para que o departamento em Brasília decida que medidas tomar.

Em nota, o MPF afirma que o “efetivo, diminuído a zero, expõe a fronteira a rota internacional de tráfico de drogas, armas e munições”. E alerta que as mercadorias abastecem Mato Grosso do Sul e outros Estados.

O MPF também ressalta que a rodovia, construída sobre extensa área do pantanal sul-mato-grossense, fica em uma região isolada e oferece riscos “enormes” para quem trafega na região.

Para compor o efetivo de 24 policiais diariamente no posto da fronteira, o MPF indica que seriam realocados os policiais aprovados no último concurso público – atualmente em curso de capacitação complementar –, policiais oriundos de outras delegacias da PRF – neste caso, a lotação seria provisória – ou, em último caso, os aprovados em novo concurso público.

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LAERCIO, LEIA MELHOR VC O QUE O SETOR DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA PRF FAZ TODO MÊS, PRINCIPALMENTE QUANDO FAZ ALGUMA APREENSÃO, AÍ VC VAI ENTENDER O QUE EU DIGO; SE NÃO TEM EFETIVO, NÃO ABANDONE O CONTRIBUINTE, DIMINUA AS FOLGAS E APERTE A ESCALA E FAÇA RONDAS DE SUPERVISÃO, POIS É INACEITÁVEL VC PERCORRER 1000 KM NUMA RODOVIA FEDERAL E NÃO VER UM POLICIAL SEQUER. ATENDERAM OCORRENCIA O TEMPO TODO?
 
MAURO MENEZES em 26/10/2011 11:00:43
Abre novo concurso que to dentro.
 
Milton junior em 26/10/2011 09:26:52
acho que você não perecebeu o que está escrito no texto: FALTA DE EFETIVO!! se você não viu nenhum policial e o posto estava fechado, provavelmente os policiais estavam atendendo alguma ocorrência. Temos que ser críticos inteligentes e cobrar de nossas autoridades que se aumente o número de servidores em todas as áreas prioritárias de atendimento à sociedade, principalmente,SAÚDE e SEG. PÚBLICA!!
 
laercio souza em 26/10/2011 09:24:06
COMPREI UMA LANCHA EM CORUMBÁ, FUI DE CAMPO GRANDE PRA LÁ NO ÚLTIMO FERIADO, VOLTEI PRA PESCAR EM MIRANDA E RETORNEI PRA CAMPO GRANDE NO ÚLTIMO DIA DO FERIADO E NÃO FUI PARADO POR POLICIAL ALGUM E NAS DUAS PASSAGENS PELO POSTO DE TERENOS, ENCONTREI FECHADO E NINGUÉM NA PISTA. DEPOIS VEM A PRF NA IMPRENSA "VENDENDO PEIXE" QUE ESTÁ FAZENDO OPERAÇÃO ESPECIAL NO FERIADÃO.
 
MAURO MENDES em 25/10/2011 09:35:15
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