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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

12/03/2015 15:39

Professor acusado de pedofilia atuava há bastante tempo e fez mais 5 vítimas

Mariana Rodrigues

Após a polícia efetuar prisão do professor de 30 anos, na última sexta-feira (6), acusado de de abusar de meninas com idade entre 9 e 10 anos dentro da sala de aula, outras vítimas apareceram e resolveram denunciar os abusos que sofreram. Segundo Ricardo Meirelles, delegado titular de Itaporã - distante a 227 quilômetros de Campo Grande, após a repercussão do caso, outras cinco mulheres procuraram a delegacia.

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O delegado informou que essas vítimas foram abusadas quando ainda eram crianças, mas devido ao medo não procuraram a delegacia, e só agora, após a repercussão do caso decidiram denunciar o fato.

"A maioria dessas vítimas que têm nos procurado hoje já são mulheres, devido a falta de coragem e por acharem que ele não seria preso, elas não procuraram a delegacia anteriormente. Elas só decidiram denunciar o fato após verem que o acusado que continuava praticando o crime tinha sido preso", disse o delegado.

Segundo Meirelles, as vítimas que têm procurado a delegacia são tanto alunas da escola, quanto mulheres que frequentavam os mesmos locais que o acusado, como a igreja por exemplo, mas que na época, por medo, não quiseram denunciar. "Ele já vinha praticando esse crime há muito tempo, ele se escondia atrás de bons hábitos, era muito religioso, então ganhava a confiança das vítimas que acabavam sendo abusadas", comentou o delegado.

Na terça-feira (10) o delegado da Polícia Civil de Itaporã, anunciou que a prisão preventiva contra o professor acusado de pedofilia foi expedido pela justiça. O fechamento do inquérito está previsto para a próxima segunda-feira (16), até lá, o delegado espera que outras vítimas ainda possam aparecer.

No início de 2014, o professor foi denunciado por importunação ofensiva ao pudor. Na ocasião, uma menina contou que ele a assediou. O acusado, que é casado, nega as denúncias. Desde 2009, a lei enquadra o abuso como estupro de vulnerável.

As denúncias eram investigadas há algum tempo, mas, na sexta-feira, uma das alunas relatou novo abuso, o que acarretou na prisão em flagrante. As meninas relataram que eram abusadas há um ano. As vítimas receberam apoio psicológico.

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