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19/06/2011 12:27

Promotor requer à Justiça que agente que matou PM volte para Dourados

Marta Ferreira

O promotor Elcio D´Angelo requisitou à Justiça, em Dourados, que seja determinado o retorno à cidade do agente da Polícia Federal Leonardo de Lima Pacheco, 38 anos, que matou a tiros o policial militar Sandro Alvares Morel e baleou o também PM José Pereira, no dia 8 de maio.

Para o promotor, a ida de Leonardo para Belo Horizonte (MG), que ocorreu no dia 18 de maio, há um mês portando, desobedece a decisão que concedeu a ele a liberdade provisória.

Na decisão, o juiz responsável pelo caso, Adriano da Rosa Bastos, permitiu que Leonardo ficasse livre, mas sob condições, entre elas de não se afastar da cidade por mais de 8 dias.

O documento em que o promotor pede que seja convocado a retornar à cidade tem data de 7 de junho. D´Angelo rebate o argumento da defesa segundo o qual o policial foi procurar tratamento médico em Minas para o ferimento que sofreu no braço no dia da confusão, envolvendo os policiais e uma guarda municipal.

Ainda conforme o promotor, não faz sentido a afirmação de que Leonardo foi para a capital mineira para estar perto da família, pois ele já vivia longe da mulher e dos pais.

O juiz ainda não despachou a respeito. No processo, há um ofício da Polícia Federal dizendo que considera insegura a presença de Leonardo e informado que pretende transferi-lo de Dourados, com a garantia de que o policial estará disponível quando o processo exigir.

O caso-O episódio envolvendo o policial aconteceu na tarde do Dia das Mães. Após conversar pelo MSN com a guarda municipal Zilda Aparecida Ramires, de 44 anos, ambos com pseudônimos, marcaram um encontro.

Na conversa, Leonardo se identificou como traficante de drogas, e Zilda foi para o encontro acompanhada dos dois policiais militares. No local, tentaram dar voz de prisão ao policial, pensando se tratar de um traficante, e ele reagiu com tiros.

O inquérito sobre o caso está correndo na Polícia Civil. Leonardo prestou depoimento e na sequência viajou.

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ELE IDENTIFICOU-SE COMO TRAFICANTE
ELA COMO GAROTA DE PROGRAMA.
O RESTO JÁ SABEMOS O DESFECHO.
A JUSTICA VAI JULGAR CORRETAMENTE O CASO, SEM PARCIALIDADE.
VAMOS ESPERAR PRA VER.
 
Marcelo gomes em 20/06/2011 01:34:36
Olhem. As vezes fico pensando.
Será que o Promotor solicitou por causa de algo extraordinário? ou por que é necessário mesmo ele estar aqui para prestar depoimentos? Ou por pirraça?
Só pq mandaram ele pra conchinchina.
 
Orlando Lero em 19/06/2011 10:50:11
Ele se identificou como traficante
Ela como garota de programa.
Supostamente ele queria um programa e ela ganhar pagamento em entorpecente.
Surgiu na casa do "traficante" uma "garota de programa" com mais uma pessoa.
Com certeza o PM morto não pode se defender.
Hoje é a palavra do Policial Federal ("traficante") contra a da (Guarda Civil Metropolitana("garota de programa").
O outro PM ficou no carro e no disse não saber do que se tratava a abordagem.
A parcialidade é muito comum nesses casos.
Houve um homicídio.
Não houve flagrante de tráfico,e o resto todo mundo sabe porque já foi comentado aqui, cada lado com seu argumento.
A justiça há de julgar corretamente todos os atos praticados nesse triste episódio.
 
MARCELO GOMMES em 19/06/2011 03:01:24
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