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Campo Grande, Sábado, 03 de Dezembro de 2016

27/04/2011 12:21

Revendedoras de gás na fronteira sofrem com a concorrência paraguaia

Fabiano Arruda

Botijão no Paraguai sai a R$ 32, contra média de R$ 43 em MS

Revendedoras de gás em Mato Grosso do Sul em municípios, como Ponta Porã e Coronel Sapucaia, sofrem com a competição do gás paraguaio, que chega ao País em preços inferiores.

Uma funcionária de estabelecimento revendedor de gás em Ponta Porã confirma o cenário. Ela, que prefere não se identificar, diz que são duas situações.

Consumidores saem de Ponta Porã para comprar gás de cozinha em Pedro Juan Caballero e entregadores da cidade paraguaia levam botijões para os consumidores no Estado.

“O gás paraguaio é vendido a R$ 32 e em Ponta Porã comercializamos entre 43 e R$ 45”, reclamou. A marca do gás de cozinha do Paraguai é a Petrobras.

Informalidade - Além disso, a informalidade tem sido outro problema no mercado em Mato Grosso do Sul.

Segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), o número de pontos informais de venda do Gás LP no Estado gira em torno de 700, para um universo de 1,3 mil revendas legais. Em Campo Grande são 700 revendas formais para cerca de 200 clandestinas.

Na sexta-feira, a agência realiza reunião do Regional Centro Oeste de Erradicação do Comércio Irregular de Gás LP, a partir das 14 horas, no auditório do Ministério Público em Campo Grande.

O objetivo do encontro é combater as revendas irregulares de Gás LP. O Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo) orienta que a boa escolha do local da compra do botijão de Gás LP é determinante para garantir a segurança do consumidor.

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Isto é óbvio, porque os preços praticados no Brasil, além de abusivos, são desumanos. A tendência natural de todos nós, é procurarmos o mais barato. Além do mais, não se pode alegar que o gás vendido no Paraguai é de qualidade inferior ao do Brasil, tendo em vista serem de origem da própria Petrobrás.
Isso é uma clara demonstração, de que é necessário, urgentemente fazer uma revisão séria da carga tributária praticada no Brasil. Enquanto isso não acontece, os postos de combustíveis e as revendas de Gás de cozinha, ficarão às moscas.
 
Neri Rodrigues do Amaral em 28/04/2011 09:12:59
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