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Campo Grande, Domingo, 11 de Dezembro de 2016

22/11/2011 16:25

Secretaria dos Direitos Humanos confirma visita de comitiva a índios

Marta Ferreira
Acampamento onde Nisio Gomes, que está desaparecido, vivia, será visitado amanhã por comitiva do Governo Federal. (Foto: Divulgação Cimi)Acampamento onde Nisio Gomes, que está desaparecido, vivia, será visitado amanhã por comitiva do Governo Federal. (Foto: Divulgação Cimi)

A Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República confirmou nesta tarde a vinda de uma comitiva para Mato Grosso do Sul, amanhã, que vai visitar o acampamento indígena Guaiviry, cuja liderança Nisio Gomes, de 59 anos, está desaparecido desde sexta-feira, após um ataque de pistoleiros, segundo os relatos da comunidade.

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A informação inicial é de que a ministra Mária do Rosário viria, mas a secretaria informou que a comitiva terá o Secretário-executivo da pasta, Ramaís de Castro Silva, oo ouvidor nacional dos Direitos Humanos, Domingos da Silveira, e a coordenadora-geral de Proteção a Defensores de Direitos Humanos da SDH, Clarissa Jokowski.

O objetivo da visita, de acordo com Ramaís é fazer um reconhecimento da situação na região, ouvir as lideranças indígenas e acompanhar as investigações sobre o caso para evitar que novas ocorrências semelhantes na região. A visita à comunidade deverá ocorrer às 13h.

"Não vamos tolerar qualquer tipo de violência contra a população indígena. Este tipo de coisa não cabe mais no Estado brasileiro", afirmou Ramaís, acrescentando que a Política Federal já está investigando o caso.

O índios, da etnia Guarany-Kaiowa, afirmam que o cacique Nísio Gomes foi morto a tiros durante após o acampamento ser atacado por cerca de 40 homens. Eles relatam ainda que o corpo do cacique foi colocado em uma caminhonete e levado pelos bandidos. Outros indígenas também foram feridos.

A Polícia Federal abriu inquérito para investigar o caso. O superintendente da Corporação, Edgar Paulo Marcon, foi hoje para a região.

A perícia policial colheu fragmentos de munição e vestígios de sangue. Exames devem apontar se as amostras são de material humano.

O acampamento ocupa uma área de 20 hectares, situada entre fazendas nos municípios de Aral Moreira e Amambai, que estão em fase de estudo para identificação como terra indígena.

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