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Campo Grande, Sábado, 21 de Janeiro de 2017

17/05/2013 08:41

Segundo fazendeiro é multado por exploração ilegal de aroeira nesta semana

Mariana Lopes

Um fazendeiro foi multado em R$ 152,9 mil por exploração ilegal de aroeira e angico, em área rural próximo a Coxim. No início desta semana, na última terça-feira (14), outro proprietário rural do interior de Mato Grosso do Sul foi autuado em R$ 60 mil pelo mesmo crime ambiental, em Sidrolândia.

Na fazenda em Coxim, cidade distante 260 quilômetros de Campo Grande, as árvores eram serradas com motosserras, em tábuas e em estacas, e palanques para uso em cercas.

De acordo com a PMA (Polícia Militar Ambiental), foram apreendidas 593 lascas (estaca para cerca) de aroeira e 48 tábuas de angico, além de uma motosserra utilizada na exploração ilegal.

Além da multa, o proprietário da fazenda responderá por exploração ilegal da madeira, no qual pode pegar de um a dois anos de reclusão, e também pelo o uso ilegal da motosserra, que prevê pena de três a seis meses de detenção.

O fazendeiro de Sidrolândia responderá pelo crime de exploração de madeira e por desmatar duas áreas de 12 hectares. Além de responder pela exploração de madeira, ele também é acusado por destruir área de preservação permanente, que a pena é de uma a três anos de prisão.

A PMA explica que a aroeira é protegida por lei e a portaria 83-N de 1991 do IBAMA também proíbe o corte de outras espécies de madeiras nobres, sem plano de manejo, que precisa ser aprovado pelos órgãos ambientais. Inclusive, em desmatamentos autorizados, essas espécies não podem ser cortadas.

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A fórmula é a seguinte: desmata, espera a PMA multar, recorre, depois de 20 anos caduca a multa e esta tudo certo. Queria ver se fosse obrigado a recompor a àrea.
 
João Crisóstomo de Campo Grande - MS em 17/05/2013 10:12:51
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