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Campo Grande, Quarta-feira, 07 de Dezembro de 2016

17/02/2014 10:21

Sem pediatra, prefeito de Costa Rica oferece salário de R$ 28 mil

Luciana Brazil

Com apenas uma médica pediatra que precisou se afastar por motivos de doença, o município de Costa Rica, a 305 quilômetros de Campo Grande, enfrenta os dissabores na saúde. Em desespero, o prefeito Waldeli dos Santos Rosa prometeu abrir ainda hoje (17) um processo licitatório para contratação imediata deste profissional, com salário de R$ 28 mil para quatro horas de trabalho.

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A carga de trabalho prevê ainda plantão a distância de 24 horas (20 dias no mês).

De acordo com o site Costa Rica Em Foco, a Secretaria de Saúde do município fez recentemente um processo seletivo para contratação de todas as especialidades médicas, exceto para pediatras. Segundo a secretaria, já havia na cidade uma pediatra concursada, mas ela precisou se afastar no dia 15 de janeiro por motivos de saúde.

Em entrevista ao site, o prefeito pediu que os vereadores e médicos ajudassem a encontrar um profissional disposto a trabalhar na cidade com urgência. Ele falou ainda sobre a falta de médicos em toda região. “Quem souber de algum profissional favor avisar a Secretaria de Saúde ou o gabinete. Esse não é um problema exclusivo da nossa cidade”.

O município afirmou ter feito contato com inúmeros profissionais, mas a maioria não quer morar no interior.

Apesar de estar sem pediatra, o prefeito avisa que a cidade tem clínicos gerais que dão o primeiro atendimento.




É por isso que devemos aplaudir o governo Dilma de trazer médicos de fora. Os médicos daqui só querem ficar em Capitais, grandes cidades. Cada um quer ostentar sua pose de possuir o carro do ano aos seus amigos da classe médica. O juramento que fizeram é somente uma formalidade e pouco estão se lixando para a necessidade do ser humano em pequenas cidades. O governo federal devia após o indivíduo formado, forçá-lo a prestar serviços a sociedade durante os primeiros 5 anos pós formado.Principalmente o médico(a) formado pelas Universidades Federais e àqueles com ajuda de outros programas do governo federal deviam ser designados para trabalharem nos lugares em carências de profissionais da saúde durante 5 anos. Assim, o País resolveria em muito o problema de atendimento médico. Essa é a dica..
 
João Alves de Souza em 17/02/2014 19:37:46
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